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Moçambique 2010, na rota de negócios!

O ano de 2010 é um ano de grande aproximação de Moçambique a Portugal e de Portugal a Moçambique, há acções concretas em curso e outras que já se concretizaram. Guebuza visitará Portugal nos próximos dias 29 e 30 de Abril com uma representativa delegação empresarial. Estarão na sua rota possivelmente objectivos como ver no terreno a experiência portuguesa nas energias renováveis, tema dominante da recente visita de José Sócrates a Moçambique. Mas o Presidente da República de Moçambique não deixa de ser um “homem dos transportes”, onde Portugal tem conhecimentos que bem podia desenvolver e dinamizar. Ainda recentemente foi dado à estampa que o porto português de Aveiro, melhor equipado e modernizado, vai movimentar seiscentas mil toneladas de mercadorias em 2011, o porto da Beira em Moçambique só de um produto irá movimentar onze milhões de toneladas também em 2011, o carvão das minas de Tete, dos dois maiores empreendimentos mineiros, já em movimento.

O facto de José Sócrates ter sido o primeiro Primeiro Ministro português  a ter-se deslocado à província de Tete e a Cahorabassa ( Kubala Bassa ) no passado dia 4 de Março, só comparável à decisão e acordo entre Sá Carneiro e Samora Machel, em “enterrar” o contencioso entre Portugal e Moçambique, bastaria para considerar 2010, um ano digno de registo das relações entre os dois países. Concretizou-se o desafio, quiçá “a profecia” anunciada da sua visita a Tete, e realizada a 4 de Março. Teve uma calorosa recepção onde empresários, políticos e iniciativas culturais, nyau e nyanga dançados e cantados a preceito e indumentárias a rigor, marcaram maciça e calorosa presença na placa do aeroporto de Tete, foram assim as boas vindas ao primeiro Primeiro Ministro português que jamais algum outro alto dignitário do seu governo tinha antes visitado Tete. O governo português anunciou recentemente a criação do Fundo de Apoio à Internacionalização e Exportação, que visa apoiar operações de desenvolvimento das pequenas e médias empresas portuguesas em mercados internacionais. Este Fundo em conjugação com a linha PME INVESTE 5, vai permitir disponibilizar às empresas portuguesas um milhão de euros para este efeito.  Moçambique tem um crescimento da sua economia previsto para 2011 de 6,3%, um destacado empresário de uma das maiores empresas portuguesas na área da construção civil e obras públicas, com maior crescimento em 2009, declarou recentemente a um periódico: “O que está acontecer é que, por um lado, os apoios internacionais começam a ser canalizados para as áreas de desenvolvimento de projectos de construção e de modernização de infra-estruturas. Por outro, começam a arrancar projectos baseados em algumas riquezas naturais, como os projectos de exploração das jazidas de carvão no Norte, e na área das agro-indústrias. Há neste momento anúncios de terem sido descobertas reservas de gás natural. Paulatinamente, Moçambique está a entrar na rota dos negócios. É uma economia que pode ser muito interessante. Estamos a fazer o novo Tribunal Administrativo de Maputo, uma obra de grande dimensão, e vamos arrancar com a construção de uma ponte sobre o Zambeze, em Tete, num eixo viário fundamental de acesso ao Malawi. Estes são os dois projectos emblemáticos, para além de outros de edifícios, como a construção de um hotel, em Tete também.”
 
Fonte: Augusto Macedo Pinto, Advogado, Antigo Cônsul de Moçambique em Portugal, Este endereço de e-mail está protegido de spam bots, pelo que necessita do Javascript activado para o visualizar
 

 
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