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Sexta-feira, o Presidente da República, Filipe Nyusi, inaugura o Corredor Logístico de Nacala (CLN), um dos maiores investimentos em infra-estruturas da história do país e que compreende uma linha férrea de 912 quilómetros e um porto de águas profundas, no distrito de Nacala-a-Velha, em Nampula. Trata-se de um investimento de 4.5 biliões de dólares injectados de 2011 a 2016, como forma de viabilizar o escoamento do carvão da Vale Moçambique, a partir do distrito de Moatize, província de Tete. A infra-estrutura já está a ser utilizada e transportou seis milhões de toneladas de carvão em 2016, esperando-se que, no presente ano, transporte cerca de 10 milhões de toneladas. Somente a partir de 2018 é que o CLN prevê que a linha transporte 18 milhões de toneladas de carvão por ano, o limite da sua capacidade. “O investimento já foi finalizado e não foi feito apenas pelo CNL, mas também por outras empresas que trabalham no Corredor Logístico de Nacala, como é o caso do Corredor de Desenvolvimento de Norte (CDN) e a própria CA no Malawi, naqueles trocos que correspondem à sua concessão”, disse ao “O País Económico” José Carlos Sousa, director executivo do CLN. O empreendimento ganha mais sentido numa altura em que o preço do carvão no mercado internacional tende a recuperar, depois de anos consecutivos de queda. Devido à situação, a Vale teve que restruturar o seu projecto de exploração de carvão em Moçambique, despedindo milhares de trabalhadores. Com o abrandamento dos investimentos na Zona Económica de Nacala (ZEN), os distritos de Nacala-porto e Nacala-a-Velha as populações sentem a crise na pele, agravada pelo encerramento de empresas na ZEN. Com esta infra-estrutura, a esperança ressurge no seio dos locais como uma luz no fundo do túnel. O porto de Nacala-a-Velha tem capacidade para armazenar até um milhão de toneladas de carvão metalúrgico e térmico. Por se tratar de um porto de águas profundas, a infra-estrutura não precisa de dragagem, tal como o vizinho porto de Nacala. O mesmo não acontece com os portos da Beira e de Maputo, que precisam frequentemente de ser dragados para receber navios de grande tonelagem. Com pouco tempo de operação, o porto de Nacala-a-Velha já recebeu um navio de 187 mil toneladas, cujo carregamento de carvão levou cerca de três dias. Dos 912 quilómetros percorridos pela linha que integra o CLN, 60 quilómetros são de Tete para Malawi, onde percorre 200 quilómetros, sendo que, de Malawi a Nacala-a-Velha, a linha perfaz 652 quilómetros. Cada comboio que transporta carvão é composto por quatro locomotivas, 120 vagões e transporta 7 560 toneladas de carvão, que é armazenado antes de rumar a países da Europa e Ásia, onde a China é destaque.  Com pouco mais de 500 quilómetros, fica para trás a linha de Sena como a maior linha férrea do país, com a entrada em operação do empreendimento que liga Moatize a Nacala. O Corredor emprega, no momento, 1 200 trabalhadores directos, mas o número chega a quatro mil trabalhadores, quando se considera os empregos das empresas subcontratadas e à volta do corredor logístico que hoje é inaugurado.  A principal função do corredor logístico de Nacala é escoar o carvão produzido pela Vale, na província de Tete. A capacidade de produção de carvão da mina Moatize é de 11 milhões de toneladas por ano. Para melhor responder à demanda de processamento de carvão, a Vale investiu na construção da maior central de enriquecimento de carvão do país. Além da indústria siderúrgica, utiliza-se o produto para a geração de energia. O carvão metalúrgico e o térmico extraídos nas minas de Moatize têm como destino os mercados do Brasil, China e Japão, sendo que, até agora, foram exportados, através de Nacala, cerca de 6,5 milhões de toneladas. A meta é atingir 18 milhões de toneladas por ano, capacidade instalada do porto e da linha de caminho-de-ferro. Para além do Presidente da República, Filipe Nyusi, na cerimónia de inauguração do Corredor Logístico de Nacala, deverão participar membros dos governos de Moçambique, Malawi, Brasil e Japão. Contar-se-á, também, com a presença de gestores do topo das multinacionais Vale e Mitsui, principais accionistas do Corredor. Os Caminhos de Ferro de Moçambique (CFM) são, também, accionistas de peso no Corredor Logístico de Nacala, em representação do Estado moçambicano na parceria público-privada. 

 

Fonte: O Pais

 
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