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postheadericon Notícias

postheadericon Moçambique sobe no ranking do "Doing Business" 2011

A redução dos procedimentos para abertura de um negócio ou empresas, associada à eliminação da exigência de capital mínimo para os investimentos, fez Moçambique saltar nove lugares no “Doing Business” 2011, situando-se na 126ª posição do ranking. O resultado é optimista, mas um olhar mais profundo destaca a lentidão das  reformas. Moçambique subiu nove posições no ranking do “Doing Business” 2011, ao passar da posição 135 para a 126, num universo de 183 países, que são avaliados segundo os seus ambientes de negócios e as mudanças que implementam para melhorá-los. O relatório do Banco Mundial, lançado ontem,  explica que a subida de Moçambique deve-se às reformas efectuadas na componente de abertura de um negócio ou empresa, sobretudo pela eliminação da cobrança do capital mínimo para o efeito. Este é o segundo ano consecutivo em que Moçambique sobe no “Doing Business”, depois de ter subido cinco posições (ao passar do lugar 140 para o 135), no “Doing Business” 2010. Trata-se de um documento que avalia as reformas implementadas pelos países com vista a melhorarem os seus ambientes de negócios, no âmbito da criação de facilidades para os investidores fazerem negócios.  A propósito da criação de facilidades para os investidores actuarem, o documento (“Doing Business” 2011) faz menção ao facto de Moçambique ter reduzido os procedimentos e o tempo para a abertura de micro-empresas, sendo possível obter uma licença em apenas uma hora. Neste aspecto, o documento, que avaliou as reformas executadas pelos países em 2009/10, revela que Moçambique foi o sexto país que mais criou facilidades para abertura de um negócio, num ranking liderado pelo Peru.  

Fonte: O Pais


 

 

postheadericon "Caia na Rede" projecto de incusão digital

A Fundação Vale e a Odebrecht, em parceria com a Microsoft Brasil, Hewlett-Packard e a companhia  Transportes Aéreos Portugueses (TAP), lançaram há dias o projecto de inclusão digital “Caia na Rede”, no reassentamento de Cateme, em Moatize, província de Tete. O projecto compreende a montagem de ambientes com computadores ligados à internet e impressoras em salas de aulas, centros comunitários, entre outros, onde serão aplicados conteúdos formativos e informativos adaptados aos perfis das comunidades beneficiadas.  

Fonte: Noticias


 

 

postheadericon Movitel vence o concurso público para o licenciamento do terceiro operador de comunicações moveis

A Movitel, SA – um consórcio constituído pelas empresas vietnamita VIETEL e a moçambicana SPI - venceu o concurso público lançado pelo Governo para o licenciamento do terceiro operador de telecomunicações móveis celular. A Movitel, que após a avaliação técnica e financeira feita pelo júri, cujos resultados foram homologados pelo Conselho de Administração do Instituto Nacional das Comunicações de Moçambique (INCM), na qualidade de entidade reguladora do sector, classificou-se em primeiro lugar seguida da UNI-TELECOMUNICAÇÕES, Lda, e da TMM, SA. O Presidente do Conselho de Administração do INCM, Isidoro Pedro da Silva, que fez o anúncio dos resultados do concurso, ontem, em conferência de Imprensa, em Maputo, explicou que o processo de avaliação dos concorrentes decorreu em duas fases, uma das quais se destinava a estimar o nível técnico e a outra a capacidade financeira. Na avaliação financeira, a Movitel, SA, obteve uma pontuação de 95,050 pontos; a TMM, SA conseguiu 77,843 pontos, enquanto que a UNI-Telecomunicações teve 77,843 pontos”, disse Isidoro da Silva. No que respeita à avaliação financeira, a Movitel, SA, apresentou uma proposta de 28 milhões de dólares norte-americanos; enquanto que a UNI-Telecomunicações, Lda, propôs pela licença o valor de 32 milhões de dólares; e a TMM, SA, 25 milhões. “Os resultados finais conjugam as avaliações técnica e financeira e, nesse âmbito, a Movitel, SA foi a primeira classificada com 96,437 porcento; a UNI-Telecomunicações ficou em segundo com 86,547 porcento e em terceiro ficou a TMM, SA, com 80,764 porcento”, disse Silva. Nos próximos cinco anos a Movitel, SA, se propõe investir no país mais de 400 milhões de dólares e garantir uma cobertura populacional de cerca de 85 porcento. O Presidente do Conselho de Administração do  INCM acredita que a entrada deste operador vai forçar à redução das tarifas de chamadas  cobradas pelos serviços de telefonia móvel num mercado em que actualmente operam a Vodacom e a Mcel. De referir que os Ministros das Finanças e dos Transportes e Comunicações, respectivamente  Manuel Chang e Paulo Zucula, haviam fixado, por despacho de 28 de Janeiro de 2010, o valor mínimo para aquisição da licença da terceira operadora de telefonia móvel o montante de 25 milhões de dólares norte-americanos.

Fonte: Noticias  

 
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