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postheadericon Notícias

postheadericon Assinatura de protocolos de cooperação entre a AICCOP, a Federação Moçambicana de Empreiteiros e a Confederação da Construção e a CCIMLP

A Associação dos Industriais da Construção Civil e Obras Públicas de Portugal (AICCOP) considera Moçambique "estratégico" para a internacionalização do empresariado português, apontando "a aliança" com as construtoras moçambicanas como importante para o crescimento dos dois países. O presidente da AICCOP, Reis Campos, manifestou a aposta das empresas de construção portuguesas em expandir "activamente" a sua presença em África, quando falava aos jornalistas à margem do seminário "O Mercado da Construção em Moçambique", promovido no âmbito de uma missão de empresários da construção civil de Portugal a Maputo.  Segundo Reis Campos, "num momento particularmente de alguma necessidade em Portugal", devido à crise económica que o País atravessa, Moçambique "é uma oportunidade estratégica para as empresas da construção civil, pelo seu potencial de crescimento".  O presidente da AICOOP realçou que "o Governo de Moçambique decidiu que as infra-estruturas são um dos vectores da economia moçambicana e nós queremos pertencer a esse futuro de crescimento de Moçambique", aludindo também "ao segmento da habitação", como outro nicho de mercado apetecível para os empreiteiros portugueses. Reconhecendo a atracão que o sector da construção civil exerce sobre empresas de outros países, como China e África do Sul, Reis Campos mostrou confiança na capacidade de os empreiteiros portugueses se imporem e consolidar a sua penetração no mercado moçambicano. "Temos uma capacidade técnica e capacidade de mão-de-obra qualificada e disponibilidade, para podermos expandir a nossa participação no sector da construção civil em Moçambique", anotou o presidente da AICCOP. Nesse esforço, ainda de acordo com Reis Campos, as construtoras portuguesas contam com a aliança com as empresas moçambicanas, dado que estas têm condições para parcerias em igualdade de circunstâncias com os empreiteiros estrangeiros. Precisamente com o objectivo de estabelecer parcerias com empresas locais, serão assinados protocolos de cooperação entre a AICCOP, Federação Moçambicana de Empreiteiros (FME) e Confederação da Construção e Imobiliária dos Países de Língua Portuguesa (CCIMPLP). A missão portuguesa da construção civil que se encontra em Moçambique é composta por 30 empresários de todos os segmentos do sector em Portugal, incluindo das maiores construtoras do País.

Fonte: Noticias Lusófonas  

 

postheadericon O porto de Maputo poderá crescer até cinco vezes mais até 2025

A capacidade do porto de Maputo poderá crescer das actuais 10 milhões de toneladas/ano para 48 milhões até 2025, disse, em Joanesburgo, a directora executiva da Iniciativa de Logística do Corredor de Maputo (MCLI, no original). Brenda Horne anunciou também estar prestes a entrar em funcionamento o novo posto fronteiriço de uma só paragem entre a África do Sul e Moçambique em Komatipoort/Ressano Garcia, e que será usado fundamentalmente por autocarros e táxis colectivos com enormes poupanças de tempo na travessia entre os dois países. A MCLI, que é uma parceria entre os sectores público e privado, tem por missão melhorar a eficácia logística nas principais rotas regionais, focando a sua atenção em estradas, postos fronteiriços e outras infra-estruturas que permitam uma circulação mais rápida de pessoas e mercadorias na zona da Comunidade para o Desenvolvimento da África Austral (SADC). Aquela responsável afirmou que o posto fronteiriço de uma só paragem para a indústria de logística (transporte de mercadorias), que já entrou em funcionamento no início do ano, tem proporcionado significativas poupanças de tempo de viagem aos operadores que, em número crescente, utilizam o porto da capital moçambicana para escoar as suas exportações e importações em detrimento de portos nacionais. "Camiões equipados com sistemas de localização por satélite permitiram-nos calcular que a viagem entre a fronteira e o porto, o descarregamento e o regresso demoram agora cerca de cinco horas, o que é fantástico se compararmos com as dez horas que eram necessárias anteriormente, permitindo descongestionar substancialmente a fronteira", salientou Brenda Horne. Na mesma linha, a empresa tem planos, em conjunto com os concessionários e autoridades envolvidas, para aumentar os volumes de mercadorias manuseados no porto de Maputo das actuais 10 milhões de toneladas para as 48 milhões de toneladas/ano nos próximos 15 anos, disse aquela responsável. Outro projecto em que a Iniciativa de Logística do Corredor de Maputo está já a trabalhar é o "Corredor Norte-Sul", que liga seis países a norte da África do Sul e que poderá ser dotado de infra-estruturas semelhantes às do Corredor de Maputo com ganhos importantes para as trocas comerciais na região. Horne recordou que o presidente sul-africano, Jacob Zuma, assinou recentemente em Campala um memorando de entendimento com os países envolvidos no sentido de desenvolver o Corredor Norte-Sul, mas que pela frente existem ainda alguns desafios a vencer, designadamente o financiamento, que poderá envolver o Banco Mundial e outras instituições.

Fonte: Noticias Lusófonas  

 

postheadericon Novo furo de gás natural descoberto na Bacia do Rovuma

A companhia norte-americana Anadarko anunciou a descoberta de um novo furo de gás natural em águas profundas na Bacia do Rovuma, norte de Moçambique, que a multinacional considera ser a maior reserva do mundo daquele tipo de hidrocarboneto. Na sua página de Internet, a companhia norte-americana assegura que as características da zona de descoberta de petróleo em Moçambique são similares às do Golfo de México, nos EUA, e que é suficiente para desenvolver um projecto de exploração para posterior exportação. A descoberta de gás ao longo da costa norte da província de Cabo Delgado foi feita em formações arenosas com uma espessura de 167,6 metros. Este é o quinto de seis furos de pesquisa programados pela Anadarko para testar vários prospectos de interesse identificados na área de concessão, iniciados em finais do ano passado. Uma fonte do Ministério dos Recursos Minerais de Moçambique, citada pelo jornal Notícias, indicou que o furo "Lagosta" está projectado para atingir a profundidade de 4850 metros e que, até ao momento, alcançou os 4222 metros em relação ao nível médio das águas do mar. Os trabalhos de perfuração prosseguirão por mais 628 metros, esperando-se que o furo venha a atingir uma profundidade de 4850 metros nos próximos dias, destacou a fonte. Após a conclusão do "Lagosta", os trabalhos de perfuração irão prosseguir, estando projectada a abertura de mais um furo de pesquisa. O local da nova descoberta de gás (Campo da Lagosta) é próximo do sítio onde a Anadarko possui outras duas descobertas: uma nos campos de Barquentine, que ocorreu em Outubro deste ano, e outra na Windjammer, em Fevereiro de 2010. O vice-presidente da Anadarko para exploração no mundo, Bob Daniels, afirmou que a recente descoberta de gás natural "coloca a província de Cabo Delgado como um potencial produtor de nível mundial de gás natural". "Será necessária uma perfuração adicional de avaliação, no local da descoberta, apesar de acreditarmos que as três descobertas anunciadas, até agora, já superam os recursos necessários para apoiar o desenvolvimento de um projecto de GNL (Gás Natural Liquefeito). Dado o comércio global de GNL e a sua indexação ao mercado global dos combustíveis, este recurso pode oferecer um valor económico enorme para Moçambique, o Governo e a sociedade", disse Bob Daniels. A Anadarko prevê, em breve, perfurar mais um poço de pesquisa de hidrocarbonetos, localizado a mais de 17 milhas para o sul em relação ao poço da recente descoberta. Ao longo da Bacia do Rovuma decorre uma das maiores pesquisas e prospecções de petróleo, com uma dezena de multinacionais petrolíferas envolvidas. Além da Anadarko, encontram-se no local as companhias Petronas (malaia), Artumas (canadiana), ENI (italiana) e Norsh Hydro (norueguesa).


Fonte: Noticias Lusófonas

 

 
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