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postheadericon Notícias

postheadericon Governo Angolano perdoa metade da dívida Moçambicana

O Governo angolano vai perdoar metade da dívida moçambicana, estimada em 54 milhões de euros, no âmbito de um acordo político entre Angola e Moçambique anunciado em Maputo. A capital moçambicana, Maputo, acolhe a VIII sessão da comissão mista de cooperação bilateral entre Angola e Moçambique, que discute os mecanismos de implementação do acordo. O memorando, que materializará o perdão parcelar da dívida de Moçambique para com Angola, vai ser rubricado no último dia da reunião bilateral. Os técnicos moçambicanos e angolanos têm estado a analisar os mecanismos para resolver a proposta de redução da dívida em 50 por cento, cujo remanescente será amortizado em forma de activos, a serem utilizados em investimentos. “O que está em discussão é o mecanismo a utilizar para resolver o problema da dívida. Há acordo político para reduzir em 50 por cento”, disse a ministra do Planeamento de Angola, Ana Dias Lourenço, aos jornalistas, à margem da VIII sessão da comissão mista de cooperação bilateral entre Angola e Moçambique. Ana Dias Lourenço acrescentou que é preciso encontrar formatos para a resolução ou pagamento da parte restante. “É isso que os nossos técnicos vão tratar e que recomendamos que fizessem o mais rapidamente possível”, afirmou o Ministro das Finanças de Moçambique, Manuel Chang, considerou que a dívida para com Angola “ainda é uma pedra no sapato” para as autoridades moçambicanas, pelo que os dois países continuam a negociar “para ver qual é o impacto da dívida”. “Houve decisão política para redução desta dívida em 50 por cento. Vamos continuar a trabalhar, de forma a vermos a fase de implementação daquilo que foram as decisões já tomadas”, disse Manuel Chang.


Fonte: Noticias Lusófonas  

 

postheadericon Lançamento do edificio do Parque de Ciência e Tecnologia de Maluana

O primeiro edifício do Parque de Ciência e Tecnologia de Maluana, na provincial de Maputo, estará pronto até Março de 2012. O Presidente da República, Armando Guebuza, visitou o local para se inteirar do andamento do projecto. O projecto ocupa uma área de 950 hectares, mas a sua construção será em fases. Aqui estarão grandes empresas ligadas ao desenvolvimento tecnológico, centros de investigação e de formação vocacional. Armando Guebuza deslocou-se ao local para se inteirar das obras de construção do primeiro edifício, cujas obras iniciaram a 13 de Março deste ano e terminam daqui a dois anos. Com este Parque de Ciência e Tecnologia, Moçambique pretende formar empreendedores e por outro lado cientistas nacionais nos diversos campos de conhecimento. E a selecção dos jovens cientistas já começou. A obra está a ser executada por um empreiteiro indiano. Depois da conclusão, a Índia deverá formar, durante 1 ano, os gestores moçambicanos do Parque.


Fonte: O Pais  

 

postheadericon Nova fábrica de cimento em Matola

A instalação da segunda fábrica de cimento na zona industrial do Município da Matola encontra-se na fase de estudo de viabilidade ambiental, numa altura em que os proponentes já começaram a importar o equipamento a ser usado na futura fábrica de cimento. De acordo com o presidente do Conselho Municipal da Matola, Arão Nhancale, o projecto pertence a um grupo de empresários moçambicanos, não se sabendo ainda quanto será investido na almejada segunda fábrica de cimentos. “Trata-se duma fábrica cujo equipamento será movido por moinhos, ou seja, vai funcionar como se fosse uma moageira e não vai emitir poluentes ao meio ambiente”, explicou o edil. Nhancale, que falava à saída do segundo Fórum Empresarial da Matola, decorrido semana finda, disse ainda que este projecto deverá trazer uma mais valia no mercado, podendo fazer com que reduza o preço de cimento no país. Muitos cidadãos moçambicanos e empreiteiros têm dito que os actuais preços de cimento são insuportáveis para o desenvolvimento de projectos. A par desta segunda fábrica de cimentos na Matola, existem projectos também nos distritos de Matutuíne e Magude, também na província de  Maputo. Sabe-se que o projecto de Magude será realizado por chineses e espera-se que até ao próximo ano seja implementada a iniciativa.

Fonte: O Pais   

 
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