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postheadericon Notícias

postheadericon Portucel inicia ensaios florestais para o seu projecto em Moçambique

A Portucel anunciou que estão a ser iniciados os ensaios florestais para o seu projecto de 2,3 mil milhões de dólares (1,7 mil milhões de euros) em Moçambique no seu relatório e contas do primeiro semestre. No documento é dito que "estão a ser iniciados os indispensáveis ensaios florestais" para saber se os terrenos concessionados pelo governo de Moçambique são propícios ou não ao plantio de espécies que forneçam matéria prima para a pasta de papel. "O grupo está a desenvolver um conjunto de estudos de viabilidade industrial e logística de modo a aferir as condições que permitam concretizar um projecto industrial" em Moçambique, diz o relatório e contas. A papeleira portuguesa recebeu a aprovação pelo governo moçambicano de uma concessão de 173 mil hectares de terreno na Zambézia, que deverão ser complementados com uma área adicional de 220 mil hectares em Manica. No início de Março, no âmbito da visita oficial de José Sócrates a Moçambique, a Portucel anunciou a intenção de construir uma fábrica e respectivas fontes de matéria prima. O lucro da Portucel subiu 91,8 por cento no primeiro semestre, face igual período de 2009, para 90,4 milhões de euros, anunciou a empresa.

Fonte: Noticias Lusófonas


 

 

postheadericon Sétima edição dos Jogos da Comunidade de Países de Lingua Portuguesa (CPLP)

Com o pavilhão polivalente do Maxaquene superlotado e festivamente engalanado, teve início em Maputo, a sétima edição dos Jogos da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP), uma autêntica festa desportiva que aglutina, em salutar convívio de irmandade, cerca de setecentos jovens atletas de Angola, Brasil, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Moçambique, Portugal, São Tomé e Príncipe. Usando da palavra na cerimónia de abertura, o Presidente da República, Armando Guebuza enalteceu a importância do evento, que, além de proporcionar gratificante divertimento aos nossos jovens, constituirão um convívio de inolvidável memória nas suas vidas. Guebuzou recomendou aos atletas participantes para dignifiquem esta edição, oferecendo-lhe, não só o melhor das suas forças físicas, da sua criatividade e desempenho, mas, também e sobretudo, promovendo, mercê do seu comportamento irrepreensível e exemplar, dentro e fora dos campos e das pistas, os valores da solidariedade, do respeito mútuo e das regras desportivas e do “fair play”. O Chefe do Estado observou, ainda, a necessidade dos dirigentes e técnicos se assumirem como os promotores dos valores mais nobres do desporto, designadamente a amizade, a tolerância e o respeito pela verdade desportiva. E sublinhou depois que o público desfrute destes dez dias em que se desenrolarão os Jogos da CPLP como um divertimento sadio, uma forma de lazer, uma expressão de arte e beleza, uma festa de encontro e de diálogo entre as diferentes culturas que enriquecem a nossa comunidade.

Fonte: A Verdade   

 

postheadericon Cantora Mingas: Nova representante da Nações Unidas

A conceituada cantora Mingas (Elisa Domingos Salatiel) apresenta ao povo moçambicano o certificado da sua designação para a função de Enviada das Nações Unidas para o Alcance dos Objectivos de Desenvolvimento do Milénio (ODM) em África. Alem do certificado, Mingas vai apresentar no decurso de uma conferência de Imprensa convocada em Maputo, as principais actividades a desenvolver enquanto representante das Nações Unidas. Mingas, que esta semana foi recebida no mesmo âmbito pelo Primeiro-Ministro, Aires Ali, tem a responsabilidade de contribuir para o alcance do quarto objectivo que consiste, nomeadamente, em “Reduzir a Mortalidade Infantil”. Neste âmbito, a cantora irá juntar-se ao Governo, sociedade civil e à comunidade internacional na luta pelo alcance dos ODM. A sua intervenção deve-se ao facto de estar cada vez mais claro que actualmente, na prossecução do bem-estar social, económico e político todos os seguimentos da sociedade são convidados a dar o seu contributo. No contexto da governação democrática, a sociedade civil tem a missão de facilitar a interacção social e política através de: organização e formação das comunidades; mobilização dos grupos sociais, com enfoque nas pessoas desfavorecidas; promoção da cultura; apoio a acções de solidariedade e funções de vigilância, entre outras acções. É com este espírito que Mingas pretende prosseguir as suas actividades, salvaguardando em última instância o bom-nome do país ao nível do Sistema das Nações Unidas. Com efeito, para lograr os seus intentos, a estrela da música moçambicana irá levar a cabo nos próximos tempos um conjunto de actividades que inclui: realização de palestras sobre o alcance das metas do milénio, onde igualmente serão divulgados os ODM; promoção de debates sobre os ODM; registo e disseminação de boas práticas na implementação dos ODM; espectáculos visando a divulgação dos ODM e para promoção do seu debate. Fará ainda visitas as instituições que trabalham para o alcance destas metas, inteirando-se dos principais constrangimentos encontrados na implementação dos ODM e procurando em conjunto as possíveis soluções. A cantora faz parte de um grupo de oito artistas africanos de prestigiado valor que gravou uma música em Abril último em prol de uma campanha das Nações Unidas para incentivar o compromisso de efectivar os oito objectivos dos ODM. Cada artista representa um dos Objectivos de Desenvolvimento do Milénio. Para além de Mingas, fazem parte desta causa nomes como Eric Wainaina (Quénia), Yvone Chaka Chaka (África do Sul), Angeline Kidjo (Benin), Oliver Mutukudzi (Zimbabwe), Baba Mal (Senegal), Jabulani Tsambo (África do sul) e o Soweto Gospel Choir (África do Sul). Os conceituados músicos Jimmy Dludlu, de Moçambique, e Hugh Masekela, da África do Sul, são os instrumentistas da canção produzida pelo norte-americano Arthur Baker. No rol dos oito objectivos, Mingas ficou com responsabilidade de ver dinamizados os esforços da “redução da mortalidade da criança”, o que passa pela melhoria da saúde materno-infantil. Importa realçar que a saúde materno-infantil constitui uma das principais prioridades dos Chefes de Estado e de Governo africanos, facto este justificado pela escolha desta temática como lema da cimeira da União Africana realizada semana passada em Kampala, Uganda.

Fonte: Lusa


 

 
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