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postheadericon Notícias

postheadericon O BCI disponibilizará em 2011 novos serviços financeiros aos funcionarios publicos de moçambique

 
O Banco Comercial e de Investimento de Moçambique, detido pela Caixa Geral de Depósitos, criará, em 2011, serviços financeiros facilitados e privilegiados aos funcionários públicos moçambicanos, ao abrigo de um acordo rubricado com o Ministério das Finanças. O protocolo foi rubricado em Maputo pelo secretário Permanente do Ministério das Finanças de Moçambique, Paulo Manhique, e o administrador do BCI, José da Silva Francisco. O memorando de cooperação, com duração de cinco anos e renovável, permite que os funcionários públicos recebam os ordenados por via do BCI, mediante uma solicitação. O Banco Comercial e de Investimento (BCI) de Moçambique já paga salários aos funcionários do Estado moçambicano, mas os ordenados da grande maioria dos empregados públicos em Moçambique são pagos pelo Estado por via do Millennium BIM, detido pelo Millennium BCP. A segunda maior instituição financeira de Moçambique, com uma quota de mercado superior a 30%, pretende alargar o número de trabalhadores da função pública moçambicana que beneficiam deste serviço. O protocolo agora assinado abrange exclusivamente os funcionários que recebem pela folha de salários do Ministério das Finanças, mas a adesão aos serviços disponibilizados pelo BCI é de carácter individual e voluntária. No âmbito do protocolo, os funcionários públicos poderão ter acesso a créditos de habitação, leasing automóvel e de habitação, entre outros serviços financeiros oferecidos pelo BCI. O administrador do BCI disse que "os funcionários poderão ter acesso a crédito para todas as necessidades e outros serviços financeiros, facilidades de liquidez e adiantamento de salário". "Para isso criamos mecanismos simples que permitem a facilitação do acesso a estes serviços", garantiu José da Silva Francisco. O acesso aos serviços depende da capacidade de endividamento de cada funcionário, não podendo, porém, exceder 30% do salário. "Estamos preparados para canalizar os salários para onde os trabalhadores querem. Se preferirem receber por via do BCI assim será, mas só para os que quiserem, não é obrigatório", afirmou Paulo Manhique.

Fonte: Noticias Lusofonas


 

 

postheadericon Faleceu Ernesto Pais Shikhani

 

O artista plástico moçambicano SHIKHANI encontrava-se doente e não vivia nas melhores condições. Faleceu no dia 31 de Dezembro de 2010 vítima de doença prolongada. O seu corpo foi cremado em Maputo. Tinha 76 anos.Ernesto SHIKHANI nasceu no dia 16 de Abril de 1934, na região de Muvesha, distrito de Marracuene. Filho de camponeses, foi pastor até aos 16 anos. Começou a dedicar-se à escultura com noções mais estruturadas no Núcleo de Arte, tendo como mestre o escultor Lobo Fernandes. E um pouco mais tarde (1963), dedicou-se também ao desenho e pintura com o mestre Silva Pinto (mestre da disciplina de Modelação em Barro, no Curso de Pintura Decorativa, na Escola Industrial Mouzinho de Albuquerque). A primeira exposição de SHIKHANI foi em 1968, em Matalana. Em 1973, recebeu uma bolsa da Fundação Gulbenkian para Lisboa, onde realizou uma mostra individual. A partir de 1976 radicou-se na Beira, onde ainda se encontrava o designer e pintor Pádua e o arquitecto Ivo. SHIKHANI passou a viver no Bairro do Macurungo, onde se situava igualmente o seu atelier. Permaneceu alguns anos na cidade, e, depois da Independência, até 1979, orientou aulas de Desenho no Auditório - Galeria. Em 1982, recebeu uma bolsa de estudo de seis meses para a URSS. Passou a ser funcionário dos Serviços Municipalizados de Água e Electricidade da Beira (SMAE), tendo depois integrado os Quadros da Empresa de Electricidade de Moçambique. Mas pediu a demissão da Empresa Pública (EDM) em meados da década de 1990 e regressou a Maputo. Passou a dedicar-se inteiramente ao desenho e à pintura. Casou com Isabel Cumba. Expôs trabalhos seus em diversas cidades moçambicanas e levou a sua arte a outros países. Na Europa, efectuou exposições na Alemanha, Rússia, Hungria e Portugal. Expôs em Cuba, e no continente africano, SHIKHANI expôs na Zâmbia e no Zimbabué. Mas sem a projecção dos artistas de renome da sua geração, como Malangatana, Chichorro, Chissano. Vivia ultimamente numa residência – com atelier - na Avenida Gago Coutinho, próximo da Igreja Assembleia de Deus, em Maputo.

Fonte: Eduardo Medeiros

 

postheadericon O comércio entre a China e a CPLP cresceu 49,58%

O comércio entre a China e a Comunidade dos Países de Língua Portuguesa  - CPLP -  cresceu 49,58% de Janeiro a Novembro de 2010, em termos homólogos para 83,3 mil milhões de dólares, de acordo com dados oficiais divulgados em Macau. As estatísticas dos Serviços das Alfândegas da China indicam que o país comprou entre Janeiro e Novembro deste ano - aos oito países de língua portuguesa - produtos no valor total de 56,7 mil milhões de dólares e efectuou vendas aos mesmos países no total de 26,6 mil milhões de dólares. Segundo o Macauhub, com o Brasil, o principal parceiro dos oito países de língua portuguesa, as trocas comerciais ascenderam no mesmo período a 56,6 mil milhões de dólares ou 68% do total, com a China a vender ao Brasil produtos no valor de 21,9 mil milhões de dólares e a comprar mercadorias no valor de 34,6 mil milhões de dólares. Com Angola, o segundo parceiro entre os países de língua portuguesa, as trocas comerciais atingiram 23 mil milhões de dólares, mais 57,8% que nos primeiros 11 meses de 2009. Para Portugal, o terceiro parceiro comercial da China, seguiram mercadorias chinesas no valor de 2,26 mil milhões de dólares, tendo a China adquirido bens no valor de 681 milhões de dólares, valores que traduzem aumentos de 32,4% e 60,7%, respectivamente. Apenas em Novembro, as trocas comerciais entre a China e os países de língua portuguesa atingiram 8,3 mil milhões de dólares, o que representa um aumento de 21% face a Outubro, com as importações da China a atingirem 5,7 mil milhões de dólares e as exportações a acumularem 2,6 mil milhões de dólares. China deverá ser o principal fornecedor do Brasil este ano. A China deverá este ano ultrapassar os Estados Unidos da América e tornar-se no principal fornecedor estrangeiro do Brasil, caso a actual tendência mantenha-se, informou a imprensa brasileira citando dados oficiais. Os dois países terminaram 2010 com uma diferença de 1,5 mil milhão de dólares favorável aos Estados Unidos da América nas suas vendas ao Brasil, depois de no acumulado até Novembro a China ser responsável por 14,1% das importações brasileiras, o que representa um novo recorde, contra 14,96% para os Estados Unidos.

Fonte: O País


 

 
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