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postheadericon Notícias

postheadericon "Caia na Rede" projecto de incusão digital

A Fundação Vale e a Odebrecht, em parceria com a Microsoft Brasil, Hewlett-Packard e a companhia  Transportes Aéreos Portugueses (TAP), lançaram há dias o projecto de inclusão digital “Caia na Rede”, no reassentamento de Cateme, em Moatize, província de Tete. O projecto compreende a montagem de ambientes com computadores ligados à internet e impressoras em salas de aulas, centros comunitários, entre outros, onde serão aplicados conteúdos formativos e informativos adaptados aos perfis das comunidades beneficiadas.  

Fonte: Noticias


 

 

postheadericon Movitel vence o concurso público para o licenciamento do terceiro operador de comunicações moveis

A Movitel, SA – um consórcio constituído pelas empresas vietnamita VIETEL e a moçambicana SPI - venceu o concurso público lançado pelo Governo para o licenciamento do terceiro operador de telecomunicações móveis celular. A Movitel, que após a avaliação técnica e financeira feita pelo júri, cujos resultados foram homologados pelo Conselho de Administração do Instituto Nacional das Comunicações de Moçambique (INCM), na qualidade de entidade reguladora do sector, classificou-se em primeiro lugar seguida da UNI-TELECOMUNICAÇÕES, Lda, e da TMM, SA. O Presidente do Conselho de Administração do INCM, Isidoro Pedro da Silva, que fez o anúncio dos resultados do concurso, ontem, em conferência de Imprensa, em Maputo, explicou que o processo de avaliação dos concorrentes decorreu em duas fases, uma das quais se destinava a estimar o nível técnico e a outra a capacidade financeira. Na avaliação financeira, a Movitel, SA, obteve uma pontuação de 95,050 pontos; a TMM, SA conseguiu 77,843 pontos, enquanto que a UNI-Telecomunicações teve 77,843 pontos”, disse Isidoro da Silva. No que respeita à avaliação financeira, a Movitel, SA, apresentou uma proposta de 28 milhões de dólares norte-americanos; enquanto que a UNI-Telecomunicações, Lda, propôs pela licença o valor de 32 milhões de dólares; e a TMM, SA, 25 milhões. “Os resultados finais conjugam as avaliações técnica e financeira e, nesse âmbito, a Movitel, SA foi a primeira classificada com 96,437 porcento; a UNI-Telecomunicações ficou em segundo com 86,547 porcento e em terceiro ficou a TMM, SA, com 80,764 porcento”, disse Silva. Nos próximos cinco anos a Movitel, SA, se propõe investir no país mais de 400 milhões de dólares e garantir uma cobertura populacional de cerca de 85 porcento. O Presidente do Conselho de Administração do  INCM acredita que a entrada deste operador vai forçar à redução das tarifas de chamadas  cobradas pelos serviços de telefonia móvel num mercado em que actualmente operam a Vodacom e a Mcel. De referir que os Ministros das Finanças e dos Transportes e Comunicações, respectivamente  Manuel Chang e Paulo Zucula, haviam fixado, por despacho de 28 de Janeiro de 2010, o valor mínimo para aquisição da licença da terceira operadora de telefonia móvel o montante de 25 milhões de dólares norte-americanos.

Fonte: Noticias  

 

postheadericon Novos projectos em Moçambique envolvendo investidores Portugueses

Moçambique poderá contar em breve com novos projectos, envolvendo investidores privados portugueses, nos sectores da indústria alimentar, financeiro, da construção e obras públicas e media, admitiu hoje o presidente da Confederação das Associações Económicas de Moçambique. “Tenho conhecimento de várias parcerias que se estão a movimentar, com destino a Moçambique, nos sectores financeiro, da indústria alimentar, construção e obras públicas e também no sector dos media privados”, revelou o presidente da CTA, Salimo Abdula. O presidente da CTA não avança detalhes dos processos de parcerias, por entender que “só quando estiverem totalmente formalizadas se deverão anunciar”, mas considera “excelente” o resultado da visita a Portugal, esta semana, da delegação de 35 empresários moçambicanos. “Estavam inscritas 80 empresas para bolsas de contactos com empresários moçambicanos e hoje juntaram-se outros”, disse, em jeito de balanço da visita e da participação no evento “Portugal exportador 2010”. Além dos múltiplos contactos empresariais bilaterais, a missão empresarial moçambicana a Portugal teve também como objectivo o lançamento da Câmara do Comércio Moçambique-Portugal. “Era um compromisso que tínhamos assumido aquando da visita do nosso Presidente da República a Portugal”, relembrou o presidente da CTA, a organização ´umbrella´ de todo o sector privado moçambicano, que congrega desde associações empresariais dos distintos sectores de atividade, as câmaras de comércios de várias origens, confederações empresariais e outras. Salimo Abdula considera que a Câmara será o veículo do sector privado para “capitalizar as auto-estradas criadas a nível político” e foi nesse sentido que hoje mesmo foi assinado também um protocolo entre essa instituição e a Associação Industrial Portuguesa (AIP), para organização de feiras conjuntas, congressos e outros eventos com “potencial de negócios para o futuro”, explicou.

Fonte: Noticias Lusófonas   

 
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