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postheadericon Notícias

postheadericon Mozal defende que Mozefo Young Leaders vem ajudar jovens a inovar

A Mozal, que é um dos parceiros da iniciativa Mozefo Young Leaders, defende que a troca de ideias e de experiências é uma forma de aconselhamento e todo jovem precisa deste espaço para crescer. “Nós aprendemos vendo e ouvindo os que os outros fazem e eu penso que está oportunidade do Mozefo Young Leaders está a servir para que os jovens troquem experiências entre si e possam, de facto, pensar nos desafios da sociedade, que estão a espera dos jovens para inventar à busca de soluções”, disse Mateus Mosse, director de assuntos corporativos a multinacional Mozal. O responsável pelas relações exteriores da Mozal defende ser oportuno que a juventude tenha oportunidade de trocar ideias, até porque, no seu ver, só partilhando conhecimentos é que a juventude encontra soluções aos desafios da atualidade. Mateus Mosse deixa um convite à juventude para aderir a este espaço de interação entre os jovens que é o Mozefo Young Leaders. “Que os jovens acorram ao evento porque é uma grande oportunidade para que eles sejam aconselhados sobre a vida, sobre as suas expectativas e sobre os seus sonhos”, convida Mosse, para depois reforçar que “todos os jovens que fizeram diferença neste país ouviram alguém a lhes aconselhar”. Mosse defende inovação dos jovens na solução dos problemas e diz que a Mozefo Younge Leaders é uma plataforma que deve ser capitalizada pelo bem-estar da juventude. Refira-se que a multinacional Mozal é parceira do Mozefo Young Leaders desde a primeira edição do evento.

Fonte: O Pais

 

postheadericon UE financia projetos turísticos na Ilha do Ibo

A União Europeia desembolsou cerca de 900 mil euros para projetos de desenvolvimento turísticos na ilha do Ibo, província de Cabo Delgado. Denominada Redes Ibo, a iniciativa visa promover o turismo, a conservação da natureza e da cultura daquela que foi a capital da província. A Redes Ibo iniciou em 2016, e segundo relatórios, já foi realizado quase a metade do plano concebido, no entanto, o Embaixador da União Europeia, António Sanchez Gaspar, aproveitou a sua primeira visita a província de Cabo Delgado para fazer o lançamento oficial do projeto. Entretanto, para além da União Europeia, Ibo ainda vai receber apoio da Espanha, para a reabilitação do Património histórico da ilha. Com 257 anos de existência, a Ilha do Ibo é considerada, a vila mais antiga de Moçambique. E foi a primeira capital da província de Cabo Delgado.

Fonte: O Pais

 

postheadericon Todos moçambicanos devem ter acesso à energia até 2030

Governo de Moçambique quer cumprir o sétimo Objetivo de Desenvolvimento Sustentável garantindo o acesso universal à energia elétrica através do Programa Nacional Energia para Todos e que conta com apoio de vários parceiros internacionais. Foi lançada em Maputo, pelo Presidente da República, Filipe Nyusi, a Estratégia Nacional de Energia, denominada Programa Energia Para Todos e que tem como principal objetivo levar energia elétrica para todo o país até 2030. O desafio é acelerar a realização de novas ligações por ano que atualmente se situam em cerca de mais de 100 mil para cerca de 600 mil por ano, para garantir que todos moçambicanos usem energia elétrica. O Presidente da República reconhece que o desafio é gigantesco mas diz ser fundamental para assegurar “a ausência da instabilidade social, o baixo nível de produção agrícola e industrial e impactos negativos da saúde, educação e meio ambiente para além de aumentar o acesso às tecnologias de informação e comunicação” disse o Chefe de Estado. O Presidente da República explicou ainda que a estratégia deverá assentar na expansão da atual Rede Nacional através da sua densificação, ou seja, fazer com que as pessoas que não usam energia elétrica apesar de estar numa zona que exista rede passem a ter acesso. Por outro lado, levar a rede aos locais onde ainda não chega mas que tenha viabilidade económica, ou seja, haja pessoas que podem pagar por ela. Mas também para pessoas que não tenham capacidade de adquirir através de tarifas sociais. O segundo pilar da estratégia é levar energia elétrica a locais de difícil acesso para a expansão da Rede Nacional através de energias renováveis com destaque para a energia solar. Neste sector segundo o Chefe de Estado há que garantir a instalação de painéis solares de uso individual, ou seja, para cada residência e por outro em mini-redes que interliga um conjunto de residências e instituições. Filipe Nyusi justificou pertinência deste projeto com o facto de ser “uma resposta aos clamores do nosso posso que nos são transmitidos nas visitas e interações que fazemos em todo o país. É a reafirmação de que no acesso à energia nenhum moçambicano deve ser excluído. Nós como Governo estamos a dizer que estamos a resolver um problema real e que estamos comprometidos” disse para a seguir reconhecer que a iniciativa acrescenta um grande desafio na mobilização de financiamento “o acesso universal até 2030 pressupõe um aumento substancial de recursos financeiros dedicados à eletrificação” disse. O Ministro dos Recursos Minerais e Energia, Max Tonela, foi quem fez o enquadramento e falou da importância do programa para impulsionar o desenvolvimento económico do país através da disponibilização de mais energia elétrica para iluminação, agricultura e indústria. “Este projeto está alinhado com a nova agenda de desenvolvimento sustentável que pretende assegurar um acesso confiável, sustentável, moderno e a preço acessível a energia para todos e inspirados em casos bem-sucedidos ao nível internacional e com suporte de vários parceiros. E para eles vale a pena destacar o apoio dos membros do Grupo de Trabalho para o sector de energia com os quais contamos continuar a trabalhar na mobilização de recursos para a sua execução e implementação de outras iniciativas visando o desenvolvimento do sector de energias em Moçambique” disse Tonela. No evento participaram diversas personalidades e entidades ligadas ao sector de energia, entre públicos e privados para além de parceiros de cooperação que declararam total apoio ao programa.

Fonte: O Pais

 
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