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postheadericon Notícias

postheadericon Fotógrafo moçambicano participa da Residência Artística em Cabo Verde

O fotógrafo moçambicano, Edilson Tomás, vai representar Moçambique, entre os dias 20 de Junho a 4 de Julho, no evento Residência Artística Catchupa Factory – Novos Fotógrafos 2018, em Mindelo, Cabo Verde. A participação do fotógrafo, neste evento, insere-se na sequência do concurso público, dirigido a fotógrafos e artistas emergentes de Cabo Verde, São Tomé e Príncipe, Angola e Moçambique, segundo comunicado da sua agência. A paixão pela fotografia surgiu em 2011, por mera curiosidade, segundo Edilson Tomás, mas começa a levar o trabalho profissionalmente quando se apercebe que através da fotografia poderia eternizar momentos. Com sete anos de carreira, conseguiu feitos como terceira posição no concurso da ONU Mulher, sob o tema “Empoderamento Económico das Mulheres”, em 2017. Menção honrosa no concurso da Minerva, com o tema “Mulheres invisíveis”, em 2016. Autor das melhores fotografias da exposição bienal organizada pela TDM (Telecomunicações De Moçambique), em 2015. Residência Artística Catchupa Factory – Novos Fotógrafos 2018, é uma iniciativa que funciona como plataforma de incentivo à criação artística, divulgação dos fotógrafos e artistas dos PALOP (Países de Língua Oficial Portuguesa) a nível internacional.

Fonte: O Pais

 

postheadericon País arrecadou cinco biliões MT em madeira processada

O Ministério da Terra, Ambiente e Desenvolvimento Rural (MITADER) iniciou, em 2015 a reestruturação do sector de florestas. A reestruturação, em curso, tem por principal objectivo combater o corte e exportação ilegal de madeira, que contribui de forma significativa para a perda das florestas nacionais. Segundo o director Nacional de Florestas, Xavier Sakambuera, as medidas aplicadas para impulsionar o desenvolvimento integrado e sustentável do sector já estão a surtir efeitos, tendo destacado que no ano passado o país arrecadou aproximadamente cinco biliões de meticais com a exportação de madeira processada. De recordar que houve uma alteração na Lei de Florestas que impos a proibição da exportação de madeira em toro do país, que começou a vigorar em Janeiro de 2017. A interdição da exportação da madeira em toros e vigas contribuiu, ainda, para o aumento do número de trabalhadores na indústria de processamento da madeira, bem como da exportação de madeira processada em 98 por cento. Devido ao incumprimento dos requisitos para o licenciamento florestal, 353 operadores ficaram suspensos de realizar a actividade. Com a introdução de dispositivos de segurança nos livros de guias de trânsito e licenças de exploração, aumentou o nível de detenção e neutralização de documentos falsos. O director Nacional de Florestas disse ainda que das 119 espécies florestais comerciais classificadas no país, apenas seis foram mais exploradas nos últimos anos, nomeadamente Chanato, Umbila, Jambira, Mondzo, Chanfuta e Pau-ferro, que juntas registaram uma percentagem de exploração florestal média na ordem de 80 por cento. “Esta situação contraria o estabelecido na Política e Estratégia de Desenvolvimento de Florestas e Fauna Bravia, que incentiva a exploração de espécies secundarizadas, o que diminui a pressão sobre as espécies mais exploradas”, disse. Xavier Sakambuera que falava, na abertura do Seminário Nacional de apresentação dos Padrões Mínimos para o Maneio de Florestas em Moçambique. O seminário tem por objectivo reunir opiniões dos operadores florestais, organizações não-governamentais e do ministério sobre os critérios para exploração florestal. Parte das recomendações do seminário farão parte da nova legislação de florestas.

Fonte: O Pais

 

postheadericon Governo quer atingir 6.8 bilioes de dólares em receitas de turismo

O ministro da Cultura e Turismo, Silva Dunduro, foi o primeiro a intervir no terceiro e último dia da Conferência Internacional sobe Turismo baseado na Natureza. Dunduro tinha como missão apresentar as potencialidades do sector que dirige. O lema da apresentação era "Descubra Moçambique", uma oportunidade para investimento no turismo, no entanto, Dunduro trocou por “Destino Moçambique, uma oportunidade para investimento seguro no turismo”, por considerar que as potencialidades do país já estão expostas. Referiu que o Governo aposta da diversificação da economia para assegurar o crescimento económico, reduzir as desigualidades sociais e combater a pobreza.  Para o efeito, mencionou a implementação do segundo plano estratégico para o desenvolvimento do turismo 2016-2015.  “A realização desta visão implica turismo de alto crescimento que se espera que traga retornos económicos e sociais, tendo como balizas, mais de  2.8 bilioes de dólares de receitas de turismo externo e o equivalente a 4 biliões de dólares de receitas de turismo doméstico”. Por outro lado, com a implementação do plano, espera-se a criação de 83 mil empregos directos e 242 mil empregos totais no turismo. Actualmente o sector emprega mais de 63 mil pessoas em todo o país. Silva Dunduro afirmou que o investimento que é feito no sector do turismo faz parte da estratégia de diversificação da economia e que em 2017, as receitas do turismo foram de 150 milhões de dólares. Moçambique escolheu como cinco destinos prioritários para o investimento no turismo, Maputo (cidade de Maputo, Reserva Especial de Maputo e Ponta de Ouro), Vilanculos (arquipélago de Bazaruto e Inhassoro), Gorongosa (Parque Nacional de Gorongosa, Reserva do Marromeu, Reserva Nacional de Chimanimani, Cabeça do Velho e Savana), Quirimbas (Baía de Pemba, distrito de Quissanga, distrito de Macomia, distrito de Palma, distrito de Mocímboa da Praia e a Ilha do Ibo) e por fim Niassa (Lichinga, Metangula e a reserva Nacional do Niassa. Segundo Dunduro, nestes destinos, há possibilidade de combinação de seguimentos turísticos, o turismo de praia tropical ao longo da costa com a vida cosmopolita das cidades, o ecoturismo, assim como a rica história e o mosaico cultural que nos caracteriza. Como medidas implementadas para dinamizar o sector do turismo no país, o dirigente apontou a redução dos custos de viagens aéreas, a melhoria do acesso rodoviário para as principais zonas prioritárias de turismo, a melhoria da promoção da imagem internacional, o desenvolvimento de atracções de turismo cultural, a formação e fortalecimento das instituições públicas e privadas são algumas das medidas que estão em curso com vista a eliminação das barreiras para o aumento do número de turistas e investimentos no sector. E porque a conferência visava, também atrair investidores, o Director Geral da Administração Nacional das Áreas de Conservação, Mateus Mutemba, apresentou as potencialidades do país, no que refere ao turismo baseado na natureza. Ainda nesta conferência, o Governo moçambicano assinou, através da Administração Nacional das Áreas de Conservação, oito memorandos de entendimento com várias instituições nacionais e internacionais que actuam nas áreas de proteção da biodiversidade, gestão de parques e do turismo, para colaboração na gestão de alguns parques nacionais, proteção da biodiversidade, para além da parceria com operadores turísticos privados. À margem dos memorandos, a ANAC assinou dois acordos com operadores turísticos da província de Inhambane, que pretendem investir na área e a posterior trabalhar com o governo na gestão.

Fonte: O Pais

 
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