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postheadericon Makolwa Munguambe expõe no Brasil

A Casa de Cultura Tainã recebe o artista moçambicano Makolwa Munguambe para uma residência artística com atividades programadas de exposição e oficinas. A conversação entre a arte moçambicana tem ganhado um grande relevo nos últimos dias. Trata-se de uma conversação que se estende para diversos planos de arte: dança, cinema, literatura, música e não só. Desta vez o intercâmbio vai acontecer nas artes plásticas através de Makolwa Munguambe. Makolwa está a promover a sua arte em Campinas, Brasil. A mostra “O Diálogo” em cartaz até 15 de Novembro, reúne pinturas e esculturas construídas a partir da reciclagem de madeira, radiadores de automóveis, sucatas, entre outros. Makolwa também ministrará oficinas de construção de marionetes gigantes, arte que aprendeu a desenvolver com o grupo de teatro de rua “Companhia Francesa Grandes Personagens”. Durante as atividades, serão desenvolvidos bonecos gigantes a partir de barro e papel marchê, mistura feita de papel picado, cola e água. Os bonecos gigantes irão representar Bispo do Rosário, Mestre Moa, Marielle Franco e demais personalidades que tragam discussões de temáticas atuais. As oficinas são gratuitas. Para TC Silva, coordenador da Casa de Cultura Tainã, a importância de construir redes e conectar pessoas é essencial. “A Tainã constrói redes e se expande através da Rede Mocambos, composta por comunidades quilombolas, indígenas, urbanas, rurais, associações da sociedade civil, pontos de cultura, oriundos de norte ao sul do país, conectados através das tecnologias da informação e comunicação. Toda a história da Tainã é reunir gente de muitos lugares. As nossas ações sempre estão interligadas a outras frentes e questões de lutas". Nascido em Maputo no ano de 1968, Makolwa já participou em diversas exposições nacionais e internacionais, em oficinas de artes, palestras e workshops dentro e fora do país. Makolwa é autodidata e compõe seu trabalho a partir de experimentações de observação do mundo compondo um trabalho que alia criatividade, estética e preocupação com o meio ambiente.

Fonte: O Pais

 

postheadericon Turquia lidera investimento estrangeiro no país

O volume do Investimento Directo Estrangeiro (IDE) em Moçambique, situou-se nos 193,1 milhões de dólares norte-americanos no fecho do primeiro semestre de 2018, com a Turquia a liderar o fluxo. Investidores turcos injetaram mais de 70 milhões de dólares norte-americanos em Moçambique, entre Janeiro e Junho deste ano, liderando, deste modo, o top 10 dos maiores investidores estrangeiros na chamada “Pérola do Índico” no período em referência. Transportes, comunicações, indústria e construção, foram as áreas recetoras do investimento turco nos primeiros seis meses de 2018. De salientar, que todo valor foi aplicado em projetos na cidade e província de Maputo. A China, o maior parceiro socioeconómico do país, ficou em segundo lugar, seguida das Ilhas Maurícias que fecham o top 3, apurou “O País” junto da Agência para Promoção de Investimento e Exportações (APIEX). Portugal, único país lusófono na rubrica IDE situou-se na quinta posição. O continente africano registou maior participação no grupo dos 10 maiores investidores estrangeiros em Moçambique, ao longo do primeiro semestre de 2018, representados pelo Quénia, África do Sul, Maurícias, Zimbabwe e Botwana. A província e cidade de Maputo, absorveram mais IDE no período em análise, ao captarem cerca de 148,5 milhões de dólares norte-americanos, que financiaram um total de 62 projetos socioeconómicos, segundo APIEX. Os sectores de serviços, pescas e indústria lideram a entrada do Investimento Direto Estrangeiro entre Janeiro e Junho de 2018. No global, ou seja, a soma do IDE e o Investimento Direto Nacional (investimento interno) totalizou mais de 550 milhões de dólares norte-americanos. Em Abril de 2017, Maputo e Ankara celebraram um acordo de cooperação para a construção de cinco mil casas no bairro do Zimpeto, algures na capital moçambicana, até 2022. A entrega das primeiras chaves está prevista para este ano. O complexo residencial está a ser construído pela Akay Construction, empresa da Turquia, e a obra surge na sequência de um memorando de entendimento que já tinha sido assinado em finais de 2016 e reafirmado no ano seguinte. Na altura da celebração dos contratos para a viabilização do projeto, o edil de Maputo, David Simango, apontara que “Maputo e Ankara são cidades gémeas”. A ideia é aproveitar a experiência que a Turquia tem na construção de casas de baixo custo. A matriz do complexo residencial prevê a construção de prédios num espaço de 17 hectares, com apartamentos de duas a três divisões com preços que não deverão ultrapassar a fasquia dos 100 mil dólares cada. Essa “invasão turca” era o prenúncio da expansão do governo de Ankara em Moçambique, prova disso é o facto de aquele país ser num curto espaço de tempo, o maior investidor estrangeiro em Moçambique.

Fonte: O País

 

postheadericon Moçambique vai exportar peixe para China a partir de 2019

Moçambique vai exportar Tilápia e Kapenta para China, a partir de 2019, de acordo com a Diretora Provincial de Pesca, Fátima Cinco-Reis. Na ocasião, Fátima Cinco-Reis não revelou as quantidades, mas diz que as capturas são satisfatórias para fornecer aquele país asiático. China é o destino escolhido para a venda desta sardinha, produzida nas águas territoriais de Tete, Centro de Moçambique. Este facto surge depois da China ter confirmado o desembolso de pouco mais de 100 milhões de dólares norte americanos em quatro projetos no país, estando um deles ligado à agricultura. Pronunciando-se sobre a efetivação deste negócio, a Diretora Provincial de Pesca, disse que os contactos estão em andamento, e revelou que as empresas chinesas manifestaram interesse no Kapenta e outras variedades, como por exemplo a Tilápia. Os contatos iniciais com vista à materialização destas pretensões, segundo Fátima Cinco-reis, foram feitos com empresários chineses que participaram na Feira Internacional de Maputo (FACIM), em Agosto passado. “Estamos satisfeitos com a intenção demonstrada pelos empresários chineses”, afirmou Cinco-reis, acrescentando que “Kapenta é uma espécie de peixe com alto valor comercial, que atualmente é exportado para a Zâmbia, Zimbabwe e República Democrática do Congo”. Caso o acordo se materialize, será a primeira vez que a produção pesqueira de Tete é exportada para a China. Ademais, a Directora acredita que as exportações de kapenta para a China poderão gerar mais renda para os pescadores e mais receita fiscal para o Governo. "Estamos satisfeitos porque com este tipo de acordo, os nossos pescadores vão melhorar as suas condições de vida", disse acrescentando que “dessa forma, o país estará a lutar contra a pobreza, que é uma das principais prioridades do governo”. Quanto ás quantidades de peixe a serem exportadas para aquele país, Cinco-reis considera que é cedo para dizer, porque “ainda estão fazer os contatos”, e depois desta fase é que saberão “como as exportações serão feitas”, pois estes “são detalhes que precisam de amadurecer”. Mesmo sem findar as negociações, a Diretora entende que “não teremos nenhum problema em fornecer o produto para o mercado chinês, porque as capturas são satisfatórias". Os peixes que serão vendidos, são capturados no enorme lago artificial atrás da barragem de Cahora Bassa no rio Zambeze, onde, recorde-se, a pressão exercida por pescadores ilegais, está a concorrer para a extinção do peixe “kapenta”.

Fonte: O País

 
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