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postheadericon Notícias

postheadericon Apurados seis estudantes para Vodacom Turma TudoBom em Cabo Delgado

Seis dos cerca de 500 estudantes, da província de Cabo Delgado, que participaram no casting do concurso Vodacom Turma TudoBom foram apurados para a fase regional Norte que terá lugar em Agosto próximo na cidade de Nampula. Com canto, dança, poesia, teatro e olimpíadas, estudantes de seis escolas da baia de Pemba demonstraram talento para arte, cultura e uma bagagem de conhecimentos científicos suficientes para enfrentar os seus colegas de Nampula e Niassa. Quase todos participaram com determinação e alguns chegaram a convencer o público, mas segundo as regras do jogo, apenas seis estudantes foram escolhidos. Para o Júri, não há dúvida que Cabo Delgado tem talento, no entanto, apela aos vencedores a não subestimar os seus adversários. Para além do Júri e do Público, o casting de Pemba deixou impressionados os dois parceiros da iniciativa, a vodacom e Direcção Provincial de Educação e Desenvolvimento de Cabo Delgado. Cerca de mil estudantes assistiram o concurso Vodacom Turma TudoBom, que teve lugar no ginásio da Escola Secundária de Pemba.A gala regional Norte terá lugar na cidade de Nampula em Agosto próximo.

Fonte: O Pais

 

postheadericon Portugal disponibiliza financiamento de 202 milhões de euros para Moçambique

O primeiro-ministro português, António Costa, encontra-se de visita de dois dias a Moçambique, enquadrada na realização da terceira cimeira bienal entre Moçambique e Portugal, que decorreu sob o lema “Moçambique e Portugal: construindo uma parceriaestratégica para o desenvolvimento sustentável”.O governante português chegou a Maputo logo pela manhã, numa aeronave comercial, e foi recebido pelo ministro dos Negócios Estrangeiros e Cooperação, José Pacheco. A meio da manhã, foi à Praça dos Heróis Moçambicanos depositar uma coroa de flores e homenagear os combatentes no interior da cripta. Mais uma vez, grupos culturais e diversas pessoas foram saudá-lo à saída da praça, de onde se dirigiu ao cemitério da Lhanguene, para também depositar uma coroa de flores, desta feita em memória aos militares portugueses que morreram durante a Primeira Guerra Mundial. Ao fim da manhã, dirigiu-se à Presidência da República, onde foi recebido pelo Presidente Filipe Nyusi. Aqui teve honras militares, salvas de canhão e fez a revista da guarda de honra. Os dois chefes de governo de Moçambique e Portugal reuniram-se em privado e, depois, com as respectivas delegações, na cimeira propriamente dita. No final do encontro, foram assinados vários acordos de cooperação, nomeadamente, sobre a viabilização de consultas diplomáticas; sobre o transporte marítimo, portos e respectivo plano de implementação; revisão do acordo dos serviços aéreos e de investigação de acidentes e incidentes aeronáuticos; acordo sobre formação no sector do turismo; formação de agentes da polícia, protecção civil e bombeiros; acordo para a implementação da Convenção sobre Segurança Social, entre outros. Foi no final deste evento que Costa anunciou que o novo programa de cooperação entre os dois países atinge 202 milhões de euros. “dos 64 milhões de euros do programa anterior, evoluímos para 202 milhões de euros no presente programa. Na sequência deste acordo, o ministro da Defesa já pôde vir a Moçambique assinar o acordo quadro de cooperação na área da defesa. E hoje assistimos à assinatura de diversos acordos nos domínios mais diversos, dentre eles a área económica e no domínio da segurança social”, disse. O primeiro-ministro português reafirmou a total vontade política do seu país em apoiar e trabalhar nas linhas estratégicas que Moçambique definiu como prioridades para o seu desenvolvimento. E, por conta disso, anunciou a disponibilização de linhas de financiamento concessionais no banco Caixa Geral de Depósitos, das quais 27 milhões de euros são destinados ao crédito comercial. Anunciou igualmente outra linha de crédito, avaliada em 20 milhões de euros, geridos pela Sociedade para o Financiamento do Desenvolvimento (SOFID). “isto permite alavancar outros fundos e outros recursos para a realização de investimentos e está assim criado um quadro necessário para que a esta vontade política possa se acrescentar outras condições políticas para que estes investimentos se possam concretizar. Estou certo de que as empresas portuguesas estão com grande vontade de colaborar com Moçambique neste esforço. no seminário económico que organizamos no âmbito desta visita, temos um número recorde de empresas inscritas: cerca de duzentas”, disse Costa. Por seu turno, o Presidente da República, Filipe Nyusi, afirmou que as empresas portuguesas, com destaque paras as Pequenas e Médias Empresas, têm estado a empregar mais moçambicanos e a transferir tecnologias, dinamizando a economia nacional. Filipe Nyusi avalia positivamente a cimeira de Maputo e acredita que foram tomadas medidas importantes para o incremento do volume de negócios entre os dois países. “Demos o sinal político às nossas comunidades, aos nossos povos, que muito ainda podemos fazer e os governos estão prontos para facilitar o crescimento dos países através do sector privado. Este evento confirma o empenho de ambas as partes para aumentar as trocas comerciais, que afrouxaram nos últimos dois anos, devido à situação económica que estamos a atravessar. O dinamismo que estamos a imprimir vai ajudar a voltarmos aos nossos indicadores e fazermos melhor”, disse Nyusi. O Chefe de Estado moçambicano explicou que a terceira cimeira devia ter acontecido em 2016, entretanto, por questões de agenda, foi adiada. A quarta está agendada para o próximo ano, em Lisboa.

Fonte: O Pais

 

postheadericon Contrastes e desequilíbrios marcam sentido das trocas comerciais em 2018

As exportações moçambicanas para Portugal subiram 54,7% nos primeiros quatro meses do ano, embora com valores absolutos bem mais baixos do que as exportações: Aumentaram de 5 para 7,7 milhões de euros, comparando o período entre Janeiro e Abril de 2017. Segundo o Observador, exportações portuguesas para Moçambique, pelo contrário, estão a diminuir desde 2015, tendo registado uma nova quebra de 6,4% nos primeiros quatro meses deste ano em relação ao mesmo período de 2017. Outros dados obtidos junto da Agência para o Investimento e Comércio Externo de Portugal (AICEP), indicam que as empresas portuguesas exportaram para Moçambique, entre Janeiro e Abril deste ano, 54,5 milhões de euros em produtos, contra 58,3 milhões de euros no período homólogo do ano passado. Os dados provenientes do Instituto Nacional de Estatística (INE) de Portugal, citado ainda pelo Observador, indicam que, entre 2013 e 2017, as exportações portuguesas para Moçambique caíram, em média, 11,7%, tendo atingindo em 2015. Registaram 355 milhões de euros em 2015, tendo caído para 214,7 milhões, em 2016, registando no ano passado, o nível de 180,5 milhões. O número de empresas portuguesas que exportam para Moçambique, também tem vindo a diminuir, situando-se, segundo a nossa fonte, nas 1.849 em 2017, depois de terem atingido 3.028 em 2013. No período a que se referem as estatísticas do INE (2013 e 2017), as importações portuguesas caíram 6,4%, com um pico em 2013 de 62,7 milhões de euros, que desceu para 34,9 milhões no ano seguinte. Contudo, no ano passado registaram uma subida para 41,4 milhões. De acordo com dados do AICEP, em 2017, Portugal era o 20.º maior cliente de Moçambique, depois de ter estado no top 10 em 2013 (6ª posição) e o 7.º maior fornecedor, quando em 2015 chegou a ser o quarto. No sentido inverso, Moçambique situou-se, no ano passado, como o 34.º maior cliente de Portugal e o 68.º fornecedor de bens, tendo vindo também a diminuir o seu peso no total das importações e exportações nacionais. Máquinas e aparelhos (34%), metais comuns (10,9%), químicos (9,1%) e pastas celulósicas e papel (8,9%) foram em 2017 os principais produtos exportados para Moçambique, enquanto os produtos agrícolas (81,9%) representaram a esmagadora fatia das importações.A balança comercial de bens e serviços com Moçambique é tradicionalmente favorável a Portugal, registando em 2017 um saldo de 245 milhões de euros, contra 340 milhões em 2016 e 511 milhões em 2015, que representa o máximo dos últimos cinco anos. De acordo com informação da embaixada daquele país em Moçambique, citadas pelo Observador, Portugal tem-se posicionado de forma constante entre os cinco principais investidores estrangeiros em Moçambique, estimando-se que o Investimento Directo português dê origem a 52 postos de trabalho por cada milhão de dólares investido, o que representa quase o dobro do número médio de empregos gerados pela média do Investimento Directo Estrangeiro em Moçambique. Na base de dados da AICEP-Maputo, estão inscritas aproximadamente 500 empresas de capitais portugueses, na sua maioria de pequena e média dimensão. No sector do turismo, dados do Banco de Portugal indicam que as receitas de turismo de Moçambique em Portugal aumentaram no ano passado, tendo-se situado nos 61,1 milhões de euros em 2017, uma variação positiva de 4,3% em relação ao ano anterior. São produtos mais exportados de Moçambique para Portugal, os seguintes: Combustíveis e óleos minerais, alumínio e suas obras, produtos químicos diversos, tabaco e seus sucedâneos manufaturados e minérios, escórias e cinzas De Portugal Moçambique importa Combustíveis e óleos minerais, máquinas e aparelhos mecânicos, equipamento elétrico e eletrónico e veículos automóveis e partes.

Fonte: O Pais

 
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