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postheadericon Notícias

postheadericon MMO laureada BCI Melhor PME do Ano

A 7ª edição do 100 Melhores PME, evento realizado na Arena 3D, na Katembe, Maputo, teve como grande vencedora a empresa Mozambique Manage Office (MMO), laureada BCI Melhor PME do Ano. Para a representante da MMO, “o prémio pertence a todos os colaboradores da empresa, pois sem eles não teríamos chegado aqui”, afirmou Rosa Muthewuye. O anúncio do maior prémio que pode ser conquistado por uma PME moçambicana foi entregue pelo PCE do BCI, Paulo Sousa, que enalteceu a relevância que as pequenas e médias e empresas têm em Moçambique, daí o seu banco manter o compromisso de continuar a financiá-las. “Temos consciência de que para o desenvolvimento das PME temos de investir. Investir significa estimular emprego e permitir que as empresas participem em diversas cadeias de valor. Orgulhamo-nos de estar próximos de todas as PME em todo o país”, afirmou Sousa, garantindo que o BCI vai continuar a apoiar mais empresas responsáveis por gerar emprego aos moçambicanos. Com a distinção BCI Melhor PME do Ano, a Mozambique Manage Office encaixa um milhão de meticais em produtos e serviços. Quanto às outras categorias, o prémio PME Mulher Empreendedora foi para a IMAL; o de PME Inclusão foi para Terra Nova; o de Inovaçao ficou com a Tecnoplus. Todas estas acumulam 300 mil MT em produtos e serviços. Além das empresas premiadas, houve as que mereceram reconhecimento simbólico do trabalho que desempenham, tais são os casos de Kawanga (PME Produto Nacional), SERVITUR (PME Turismo), Wooden World (PME Agronegócio), Tecnoplus (Gestão e Fiscalidade), IDEIALAB (Melhor PME Clima Organizacional), IMAL (Mulher Empreendedora) e MILPARK Hotel (PME Jovem Empreendedor). A 7ª edição do 100 Melhores PME foi realizada pela Fundaso em parceria com o Ministério da Indústria e Comércio, sendo o BCI parceiro estratégico.  

Fonte: O Pais

 

postheadericon “Prémios 100 melhores PME é a alavanca para desenvolvimento das empresas”

Realizou-se a 7ª Edição do Premio para as 100 melhores PME (Pequenas e Medias Empresas). Nesta edição serão premiadas 4 categorias e terão nove distinções. Coube à Administradora da Fundação Soico, Graciete Carrilho, fazer o discurso de abertura. Carrilho disse que o concurso para as melhores "100 PME" foi lançado em 2012, e um dos objectivos era de promover as PME. “Na primeira edição tivemos um total de 120 empresas inscritas e esta foi a melhor edição com 503 empresas, a nossa satisfação está no valor dos participantes”, disse a Administradora. Carrilho disse ainda que o "Prémio 100 melhores PME" tem servido como alavanca para o desenvolvimento das empresas, e que Moçambique tem merecido a preferência de investimento estrangeiro em grandes dimensões, devido à descoberta de recursos naturais. O director de IPEME, Claire Zimba, disse que as empresas têm apresentado melhorias contínuas. Zimba afirma que o "Prémio das 100 melhores", PME, apresenta não só o mecanismo de revolução, como também uma avaliação criteriosa e um instrumento de afirmação e reafirmação destas. “Queremos mais uma vez reafirmar que para o prémio inovação, inclusão e PME do ano, foram tidas em conta as valências das empresas”, afirmou Zimba. O Director do IPEME disse que nesta edição foi acrescentada a categoria "PME -Mulher Empreendedora", para demonstrar a evolução das mulheres no mundo empresarial. “Até 2020 as empresas têm a responsabilidade pública de verem todosos seus passos questionados, porque são a cara e o exemplo de competitividade”, disse Zimba. 

Fonte: O Pais

 

postheadericon Noite d´alma inaugurada pelo grupo Entrecho

Iniciou a primeira noite d´alma no bairro da Mafalala, a inauguração esteve a cargo do grupo Entrecho. Entretanto, o dueto moçambicano formado por Kenobi e Eunica Riquixo não deixou o talento do Índico em mãos estrangeiras. Entrecho recitou poemas que destacam o mosaico moçambicano, que cruzam os caminhos no país e descrevem a cultura Moçambicana. A brasileira Yuru Yayungai subiu ao palco acompanhada pela mbira e percursão de Mbalango. Yayungai não ignorou a poesia de Noémia de Sousa no seu repertório, embora tenha viajado pelos versos de Conceição Evaristo, isso sem dispensar o seu “As mulheres inventaram o mundo”. Nelson Maca não constava desse alinhamento mas, irresistivelmente, Féling Capela chamou-o ao palco. Não parecia ter aterrado há duas horas e isso notou-se na sintonia improvisada com o percurssionista Mbalango. Valério Moser veio da Suíça com um ritmo mais descontraído, uma mistura entre poesia, hip-hop, com uma sonoridade mais electrónica de Darius Papp. A noite foi encerrada por uma perfomance acústica do brasileiro Melvim Santhana. Foi uma actuação notável, onde o “ritual da água” arrancou a atenção da platéia até aos seus movimentos com o cavaquinho e o pandeiro, instrumentos que coroaram a sua perfomance que cruza a poesia e a música numa alegria contagiante, típica de brasileiros. O Festival Internacional Poetas d´alma vai receber, nos dias 25 a 27 de Julho, 65 artistas a representarem 18 países.

Fonte: O Pais

 
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  • Conversa com o músico moçambicano Patxutxu:
    “ A vida de um artista Moçambicano em Portugal!”

  • Reabertura do Bar Espaço Moçambique

  • "Moçambique - Imagens de um país real..." - Exposiçao de Fotografia de Ana Rita Martins

  • "Comemoração do Dia 4 de Outubro, Dia da Paz em Moçambique e Dia 5 de Outubro, Implantação da Republica"