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postheadericon Notícias

postheadericon País arrecadou cinco biliões MT em madeira processada

O Ministério da Terra, Ambiente e Desenvolvimento Rural (MITADER) iniciou, em 2015 a reestruturação do sector de florestas. A reestruturação, em curso, tem por principal objectivo combater o corte e exportação ilegal de madeira, que contribui de forma significativa para a perda das florestas nacionais. Segundo o director Nacional de Florestas, Xavier Sakambuera, as medidas aplicadas para impulsionar o desenvolvimento integrado e sustentável do sector já estão a surtir efeitos, tendo destacado que no ano passado o país arrecadou aproximadamente cinco biliões de meticais com a exportação de madeira processada. De recordar que houve uma alteração na Lei de Florestas que impos a proibição da exportação de madeira em toro do país, que começou a vigorar em Janeiro de 2017. A interdição da exportação da madeira em toros e vigas contribuiu, ainda, para o aumento do número de trabalhadores na indústria de processamento da madeira, bem como da exportação de madeira processada em 98 por cento. Devido ao incumprimento dos requisitos para o licenciamento florestal, 353 operadores ficaram suspensos de realizar a actividade. Com a introdução de dispositivos de segurança nos livros de guias de trânsito e licenças de exploração, aumentou o nível de detenção e neutralização de documentos falsos. O director Nacional de Florestas disse ainda que das 119 espécies florestais comerciais classificadas no país, apenas seis foram mais exploradas nos últimos anos, nomeadamente Chanato, Umbila, Jambira, Mondzo, Chanfuta e Pau-ferro, que juntas registaram uma percentagem de exploração florestal média na ordem de 80 por cento. “Esta situação contraria o estabelecido na Política e Estratégia de Desenvolvimento de Florestas e Fauna Bravia, que incentiva a exploração de espécies secundarizadas, o que diminui a pressão sobre as espécies mais exploradas”, disse. Xavier Sakambuera que falava, na abertura do Seminário Nacional de apresentação dos Padrões Mínimos para o Maneio de Florestas em Moçambique. O seminário tem por objectivo reunir opiniões dos operadores florestais, organizações não-governamentais e do ministério sobre os critérios para exploração florestal. Parte das recomendações do seminário farão parte da nova legislação de florestas.

Fonte: O Pais

 

postheadericon Governo quer atingir 6.8 bilioes de dólares em receitas de turismo

O ministro da Cultura e Turismo, Silva Dunduro, foi o primeiro a intervir no terceiro e último dia da Conferência Internacional sobe Turismo baseado na Natureza. Dunduro tinha como missão apresentar as potencialidades do sector que dirige. O lema da apresentação era "Descubra Moçambique", uma oportunidade para investimento no turismo, no entanto, Dunduro trocou por “Destino Moçambique, uma oportunidade para investimento seguro no turismo”, por considerar que as potencialidades do país já estão expostas. Referiu que o Governo aposta da diversificação da economia para assegurar o crescimento económico, reduzir as desigualidades sociais e combater a pobreza.  Para o efeito, mencionou a implementação do segundo plano estratégico para o desenvolvimento do turismo 2016-2015.  “A realização desta visão implica turismo de alto crescimento que se espera que traga retornos económicos e sociais, tendo como balizas, mais de  2.8 bilioes de dólares de receitas de turismo externo e o equivalente a 4 biliões de dólares de receitas de turismo doméstico”. Por outro lado, com a implementação do plano, espera-se a criação de 83 mil empregos directos e 242 mil empregos totais no turismo. Actualmente o sector emprega mais de 63 mil pessoas em todo o país. Silva Dunduro afirmou que o investimento que é feito no sector do turismo faz parte da estratégia de diversificação da economia e que em 2017, as receitas do turismo foram de 150 milhões de dólares. Moçambique escolheu como cinco destinos prioritários para o investimento no turismo, Maputo (cidade de Maputo, Reserva Especial de Maputo e Ponta de Ouro), Vilanculos (arquipélago de Bazaruto e Inhassoro), Gorongosa (Parque Nacional de Gorongosa, Reserva do Marromeu, Reserva Nacional de Chimanimani, Cabeça do Velho e Savana), Quirimbas (Baía de Pemba, distrito de Quissanga, distrito de Macomia, distrito de Palma, distrito de Mocímboa da Praia e a Ilha do Ibo) e por fim Niassa (Lichinga, Metangula e a reserva Nacional do Niassa. Segundo Dunduro, nestes destinos, há possibilidade de combinação de seguimentos turísticos, o turismo de praia tropical ao longo da costa com a vida cosmopolita das cidades, o ecoturismo, assim como a rica história e o mosaico cultural que nos caracteriza. Como medidas implementadas para dinamizar o sector do turismo no país, o dirigente apontou a redução dos custos de viagens aéreas, a melhoria do acesso rodoviário para as principais zonas prioritárias de turismo, a melhoria da promoção da imagem internacional, o desenvolvimento de atracções de turismo cultural, a formação e fortalecimento das instituições públicas e privadas são algumas das medidas que estão em curso com vista a eliminação das barreiras para o aumento do número de turistas e investimentos no sector. E porque a conferência visava, também atrair investidores, o Director Geral da Administração Nacional das Áreas de Conservação, Mateus Mutemba, apresentou as potencialidades do país, no que refere ao turismo baseado na natureza. Ainda nesta conferência, o Governo moçambicano assinou, através da Administração Nacional das Áreas de Conservação, oito memorandos de entendimento com várias instituições nacionais e internacionais que actuam nas áreas de proteção da biodiversidade, gestão de parques e do turismo, para colaboração na gestão de alguns parques nacionais, proteção da biodiversidade, para além da parceria com operadores turísticos privados. À margem dos memorandos, a ANAC assinou dois acordos com operadores turísticos da província de Inhambane, que pretendem investir na área e a posterior trabalhar com o governo na gestão.

Fonte: O Pais

 

postheadericon Grupo coral dos TPM vence 9ª edição do FestCoros

O Grupo Coral dos TPM foi o grande vencedor da 9ª edição do Fest Coros, tendo sido agraciado com o prémio monetário de 250 mil meticais e um espetáculo a ser gravado e exibido na Stv. O segundo lugar ficou com o Coral IPM Pepane que terá como prémio 150 mil meticais, enquanto o Grupo Coral Ebenezer é terceiro classificado e ganhou 50 mil meticais. Carmelinda Manhiça anunciou com uma voz dócil: “o grande vencedor desta edição é… o grupo coral dos TPM”. Emoção total. Explosão de alegria. Abraços. Das mãos de Roberto Dove, representante do Ministério da Cultura e Turismo, o grupo Coral dos TPM recebia um cheque gigante de 250 mil meticais. Antes, e com os corações a palpitarem, a apresentadora anunciou o vencedor do inovador prémio indumentária: Wunanga, grupo coral que recebeu rasgados elogios da respeitadíssima estilista moçambicana Teresa Chiziane pela forma como se apresentou em palco. Miguel Uassiquete, director do canal Stv, foi quem entregou o merecido prémio ao Wunanga. E depois veio o anúncio do terceiro classificado: Ebenezer, grupo coral que recebeu das mãos de Adelino Muthemba, representante da TDM-Mcel, um cheque de cinquenta mil meticais. Em meio a ansiedade dos representantes dos 12 finalistas no palco, o Coral IPM Pepane foi anunciado como segundo classificado do Fest Coros 2018.  À Mateus Mosse, representante da Mozal, patrocinador do maior concurso de canto coral do país, coube a missão de proceder a entrega do cheque gigante no valor monetário de 150 mil meticais. Estes foram os momentos altos de uma gala que maravilhou.  Uma gala, diga-se, com muito “glamour” em que os grupos capricharam na indumentária. A festa não foi só no interior da sala do Scala. No exterior, e num ambiente festivo e de muita emoção, os grupos chegaram escoltados pela polícia de trânsito. Do lado de fora, Carmelinda Manhiça chamou ao palco a banda Alambique, uma das mais celebradas do país. Composta por alguns dos maiores músicos que Moçambique viu nascer (incluindo os júris Arão Litsuri e Hortêncio Langa) mostraram a sua vitalidade.  A cada actuação, a cada aparição… uma demostração da sua maturidade e…jovialidade. Não estiveram, certo, Childo e Celso Paco, actualmente fora do país. Mas Arão Litsuri e companhia continuam com a mesma cítara. A festa continuou com a actuação dos músicos convidados. Mr. Bow, acompanhado de seus bailarinos, interpretou “Guilhermina” de forma mais pausada e  levantou a sala que estava composta. Aliás, foi pequena demais para acolher muita gente que acorreu ao local para acompanhar a gala de encerramento do Fest Coros. Seguiu-se o desfile dos 12 grupos finalistas da edição 2018 do Fest Coros. Pelo meio, mais algumas actuações de músicos convidados. António Marcos não defraudou. Pelo contrário, proporcionou momentos de empatia músico-público. E, no final, foi bastante aplaudido. Ainda houve tempo para Anita Macuácua espalhar o seu perfume com uma actuação segura e consistente. Fechou com “Xidossana”, levando o público ao delírio. O Fest Coros 2018 fechava em grande. E, a avaliar pelas grandes emoções que carrega e o público que atrai, vai deixar saudades. Para o ano há mais, certamente. Na última gala da nona edição do maior evento de canto coral de Moçambique, o corpo de jurado foi unânime: esta foi uma das melhores edições do Fest Coros. “Cada edição tem as suas especificidades. Nós podemos arriscar, sem menosprezar as outras, esta pode ter sido a melhor edição pelos resultados finais que nós podemos testemunhar”, avaliou Arão Litsuri, júri e uma voz autorizada. Mesma opinião partilhada por Hortêncio Langa: “A nona edição é uma das melhores desde a primeira até agora. Estão de parabéns todos os grupos”. Por sua vez, Teresa Chiziane começou por “agradecer” a Stv pela “oportunidade” para, depois, elevar a qualidade do Fest Coros: “Foi uma grande experiencia. Sinto vontade de gritar bem alto: missão cumprida”,

Fonte: O Pais

 
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    Participação de
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    Moçambicanas
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