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postheadericon Notícias

postheadericon Ethiopian Airlines inicia em breve voos para Nacala

O Aeroporto internacional de Nacala, na província de Nampula, deverá começar a receber, dentro de dias, voos domésticos e internacionais da Ethiopia airlines. De acordo com a AIM, que cita o “Notícias”, a garantia da infra-estrutura começar a receber voos da Ethiopia Airlines e da Mex foi dada há dias pelo presidente do Conselho Municipal da Cidade portuária de Nacala, Rui Chong Saw, falando à margem da cerimónia do lançamento da primeira pedra para a reabilitação do Porto de Nacala. Segundo a fonte, em relação à Mex, disse que com base naquela cidade, esta companhia vai ter as suas operações para as zonas Centro e Norte do país, permitindo ligações directas a partir do Aeroporto de Nacala para o mundo. Chong Saw disse ainda, segundo a fonte, que o aeroporto está pronto para receber aviões que procedam de uma distância aproximada a cinco mil milhas náuticas (mais de 9000 quilómetros), o que equivale dizer que poderão ser aviões vindos de Hong Kong ou Rio de Janeiro com voos directos a Nacala. Como principais características do aeroporto contam-se um terminal de passageiros com quatro portas de embarque, oito balcões de check-in, um circuito de trânsito, uma torre de controlo das mais modernas do país, um quartel de bombeiros, um terminal de carga, manutenção e apoio aos equipamentos de rampa. Tem também uma rede viária, parque de estacionamento de viaturas, incluindo táxis e outros meios para aluguer.

Fonte: O Pais

 

postheadericon Petrolífera norte-americana vai investir 100 milhões de dólares

O Governo e a multinacional norte-americana, Exxon Mobil, assinaram em Maputo, contratos de concessão para pesquisa e produção de petróleo e gás natural. As negociações arrastaram-se por uns longos quatro anos. Esta segunda-feira, o Executivo de Maputo e a maior empresa petrolífera do mundo, a Exxon Mobil chegaram a acordo para a concessão de três áreas de pesquisa e produção de hidrocarbonetos na zona costeira de Angoche e Delta do Zambeze. Consta que a revisão em baixa dos regimes fiscais para acomodar os interesses da multinacional norte-americana, foi uma das questões colocadas na mesa de negociações. “Hoje celebramos um marco importante para indústria do gás e petróleo em Moçambique. Este acto realça a presença da Exxon Mobil no país e destaca um compromisso de longo prazo no desenvolvimento do potencial da indústria de hidrocarbonetos em Moçambique”, disse Jos Evens, director-geral da firma. Acrescentando, que a empresa irá investir no mínimo 100 milhões de dólares norte-americanos na fase de pesquisa. “O acto que acabamos de testemunhar é o culminar de um processo longo de conversações. Resultaram deste exercício cinco propostas de contratos para prospecção e pesquisa de gás e petróleo”, apontou o ministro dos Recursos Minerais e Energia, Max Tonela. Prevendo, de seguida, outra assinatura de contratos do género com as petrolíferas Eni e Sasol, empresas que lideram os consórcios vencedores das outras áreas apuradas no âmbito do quinto concurso de prospecção e pesquisa de hidrocarbonetos. O período máximo para prospecção e pesquisa consagrado nos contratos é de oito anos, estando previstas obrigações de trabalhos mínimos que incluem estudos, aquisição de dados sísmicos e perfuração de poços a várias profundidades. No conjunto as concessionárias deverão despender no mínimo cerca de 900 milhões de dólares norte-americanos durante o processo de pesquisa fixado em oito anos (a lei prevê uma renovação por mais três anos). Refira-se, que com a celebração de todos contratos com as petrolíferas apuradas até finais de Outubro corrente. A Exxon Mobil prevê acelerar a decisão final de investimento em 2019, no consórcio da Área 4 (Exxon Mobil, Eni, CNODC, ENH, Kogas e Galp). A gigante norte-americana vai liderar a construção e operação das linhas de liquefação e instalações terrestres relacionadas com o projecto de Gás Natural Liquefeito (LNG, sigla em inglês), enquanto a Eni vai conduzi os empreendimentos e operações a montante. A concessão da área 4 está localizada offshore da província de Cabo Delgado no norte de Moçambique e é operada pela Rovuma Venture, pertencente à ExxonMobil (25%), Eni (25%), à estatal chinesa CNODC (20%) e cabendo três parcelas de 10% à coreana Kogas, Galp Energia e Empresa Nacional de Hidrocarbonetos (ENH).

Fonte: O Pais

 

postheadericon Filmes dos BRICS em exibição no CCBM

Realiza-se, até sábado, no Centro Cultural Brasil-Moçambique (CCBM), em Maputo, o ciclo de cinema dos membros dos BRICS. As Embaixadas de Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul abriram um ciclo de cinema dedicado as suas produções. Trata-se de um ciclo que contará com filmes recentes e nunca exibidos em Moçambique, com legendas em português. Até o dia 13 de Outubro será possível acompanhar diversos filmes produzidos pelos BRICS (Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul). A sessão de abertura do Ciclo de Cinema dos BRICS, que contou com a exibição do filme brasileiro Gabriel e a Montanha, de 2017. O filme é uma narrativa poética sobre a viagem de Gabriel Buchmann pelo continente africano e sua decisão de escalar o mítico Monte Mulanje. Foi exibido pela primeira vez na Semaine de la Critique, secção do Festival de Cannes 2017, tendo conquistado o Prêmio Visionário France 4. Serão ainda projectados os seguintes filmes: Sobibor (ou Lenda de uma Fuga) que se baseia em factos reais, ocorridos há 75 anos, durante a Segunda Guerra Mundial, na Polónia; uma produção russa. Mary Kom (Índia, 2014) que retrata a vida de uma pugilista indiana, que para realizar os seus sonhos e se dedicar ao boxe tem de enfrentar uma série de obstáculos: ser mulher, as exigências de uma sociedade dominada por homens e a reprovação por parte da família. E o encerramento, agendado para o dia 13 do mês em curso, será projectado o filme sul africano, Kalushi (2016) que narra a história de Solomon Kalushi Mahlangu, uma vendedora de dezenove anos das ruas de Mamelodi, num distrito do gueto nos arredores de Pretória, na África do Sul. Ele nasceu em Pretória em 10 de julho de 1956, o segundo filho de Martha Mahlangu. Trata-se dum filme que a partir desse personagem procura mostrar a realidade social e económica da África do Sul. Este ciclo, conforme referiu a produção, pretende unir os membros dos BRICS através do cinema e acima de tudo exibir o que esses países possuem no diz respeito ao campo do cinema.

Fonte: O Pais

 
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