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postheadericon Notícias

postheadericon Filmes dos BRICS em exibição no CCBM

Realiza-se, até sábado, no Centro Cultural Brasil-Moçambique (CCBM), em Maputo, o ciclo de cinema dos membros dos BRICS. As Embaixadas de Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul abriram um ciclo de cinema dedicado as suas produções. Trata-se de um ciclo que contará com filmes recentes e nunca exibidos em Moçambique, com legendas em português. Até o dia 13 de Outubro será possível acompanhar diversos filmes produzidos pelos BRICS (Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul). A sessão de abertura do Ciclo de Cinema dos BRICS, que contou com a exibição do filme brasileiro Gabriel e a Montanha, de 2017. O filme é uma narrativa poética sobre a viagem de Gabriel Buchmann pelo continente africano e sua decisão de escalar o mítico Monte Mulanje. Foi exibido pela primeira vez na Semaine de la Critique, secção do Festival de Cannes 2017, tendo conquistado o Prêmio Visionário France 4. Serão ainda projectados os seguintes filmes: Sobibor (ou Lenda de uma Fuga) que se baseia em factos reais, ocorridos há 75 anos, durante a Segunda Guerra Mundial, na Polónia; uma produção russa. Mary Kom (Índia, 2014) que retrata a vida de uma pugilista indiana, que para realizar os seus sonhos e se dedicar ao boxe tem de enfrentar uma série de obstáculos: ser mulher, as exigências de uma sociedade dominada por homens e a reprovação por parte da família. E o encerramento, agendado para o dia 13 do mês em curso, será projectado o filme sul africano, Kalushi (2016) que narra a história de Solomon Kalushi Mahlangu, uma vendedora de dezenove anos das ruas de Mamelodi, num distrito do gueto nos arredores de Pretória, na África do Sul. Ele nasceu em Pretória em 10 de julho de 1956, o segundo filho de Martha Mahlangu. Trata-se dum filme que a partir desse personagem procura mostrar a realidade social e económica da África do Sul. Este ciclo, conforme referiu a produção, pretende unir os membros dos BRICS através do cinema e acima de tudo exibir o que esses países possuem no diz respeito ao campo do cinema.

Fonte: O Pais

 

postheadericon Moçambique é o quarto país lusófono com maior velocidade de internet

Moçambique é o quarto melhor país da lusofonia com maior velocidade de internet, atrás do Brasil, Cabo Verde e Portugal (líder do grupo). Destaque para Angola que está nos “calcanhares” do país, ocupando a 5ª posição do ranking lusófono. Com uma velocidade de download de ficheiros estimada em 1,76 Megabytes por segundo, o país ocupa a posição 153 do ranking mundial de velocidade de banda larga. O estudo foi conduzido pela consultoria Measurement Lab, em parceria com a Google Open Source Research. O relatório baseou-se em mais de 163 milhões de testes de velocidade de internet em 200 países, de Janeiro de 2017 a Maio de 2018. Timor-Leste (0,49 Mbps) está na cauda, ou seja, último classificado do ranking global que é liderado pela Singapura com uma velocidade de download de ficheiros estimada em 1,76 Megabytes por segundo. A suécia ocupa o segundo lugar com 46 Mbps, seguida da Dinamarca, em terceiro lugar, com 43,99 Mbps. Os Estados Unidos da América (EUA), maior economia mundial surge no 20º lugar com 25,86 Mbps, indica a consultoria Measurement Lab. O estudo destaca ainda o facto do top 10 deste ranking ser dominado por países da União Europeia (UE). As nações lusófonas, exceto Portugal (29º classificado), estão acima da posição 100, últimos. De referir, que a atual posição ocupada por Moçambique na estatística global (153º no ranking mundial), representa uma queda comparativamente ao registo do anterior estudo do género, realizado há seis anos. Na altura o país ocupava a 140ª posição no índice global, com uma velocidade de internet de 2.13 Mbps, de acordo com a Net Index.

Fonte: O Pais

 

postheadericon Moçambique vai deixar de importar açúcar branco

A Açucareira de Xinavane vai produzir açúcar branco, a partir de Outubro próximo. A informação foi avançada por uma fonte da direção da empresa, citada pelo Jornal Notícias. Segundo a fonte, a companhia vai produzir este ano 20 mil toneladas, subindo a produção para 90 mil toneladas em 2019. A produção inicia depois de a empresa ter investido na construção de uma refinaria, orçada em 39 milhões de dólares, para estancar a importação do produto. Com a produção do açúcar branco pela Açucareira de Xinavane, o país deixa de importar 90% de açúcar branco consumido no país, atualmente. A fábrica tem capacidade para produzir 250 mil toneladas de açúcar, mas labora abaixo desse nível, devido à escassez de cana sacarina. Este ano, a empresa espera colher 1.661.369 toneladas de cana sacarina, prevendo produzir 207. 671 Toneladas de açúcar e 63.284 hectolitros de melaço.

Fonte: O Pais

 
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