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postheadericon Moçambique e Portugal vão cooperar na área de transporte marítimo

Moçambique e Portugal assinaram, um memorando de entendimento no âmbito do transporte marítimo e portuário, tendo em perspectiva a alavancagem de investimentos e o fortalecimento de relações bilaterais, escreve à Lusa, citada pelo Diário de Notícias. O documento foi assinado em Matosinhos, no Porto, após uma visita ao porto de Leixões, na qual participaram o ministro dos Transportes e Comunicações, Carlos Mesquita, e a ministra portuguesa do Mar, Ana Paula Vitorino. Carlos Mesquita apontou que Moçambique está numa boa fase para criação e parcerias e tem uma posição geográfica extremamente estratégica nos transportes e logística particularmente para países como o Zimbabwe, o Malawi, a Zâmbia, a República do Congo e o nordeste da África do Sul.“Moçambique está num processo de desenvolvimento económico e social extremamente apetecível para parcerias com o sector privado e para relações bilaterais com os países amigos e irmãos”, afirmou Carlos Mesquita. Falando do programa de desenvolvimento que marca actualmente o norte do país no que concerne aos hidrocarbonetos, realçou que muito brevemente Moçambique vai posicionar-se como um dos grandes exportadores do gás e do LNG (Gás Natural Liquefeito) para além de produtos derivados como o diesel e produção de fertilizantes. “Dentro dessa macroeconomia é preciso termos capital humano como garantia de fluidez do posicionamento de tecnologia e informação. Ficamos extremamente surpreendidos pelo nível de execução de uma série de plataformas logísticas que se adaptam perfeitamente aos nossos portos, embora os operadores portuários dos principais portos de Moçambique sejam essencialmente privados, mas acreditamos que haverá espaço para integrabilidade com vantagens mútuas”, disse o ministro dos transportes e Comunicações. A ministra do Mar frisou que esta parceria poderá traduzir-se em áreas como a formação, considerando-a como base e não como questão secundária e falou em soluções tecnológicas que podem ser objecto de partilha, enumerando a janela única portuária, a janela única logística e sistema de tráfego marítimo costeiro (VTS). Os governantes convergiram na importância do reforço das relações bilaterais, lembrando a longa tradição e história comum de Portugal e Moçambique. “É extremamente importante que se mantenha uma ligação forte com base na lusofonia que pode ser motor de desenvolvimento social e económico. Temos uma história e uma cultura em comum. Se nós partilharmos experiências, chegamos mais facilmente a boas soluções”, referiu Ana Paula Vitorino. Além do porto de Leixões, Carlos Mesquita visitou o Centro de Coordenação de Navios, aos terminais portuários e plataforma logística, Terminal de Cruzeiros uma infra-estrutura inaugurada em Julho de 2015.

Fonte: O Pais

 

postheadericon 12 milhões de euros reanimam mina de grafite e criam 100 empregos

Reabriu a exploração de uma mina de grafite localizada no distrito de Ancuabe, em Cabo Delgado, empregando 100 trabalhadores num investimento de 12 milhões de euros. A mina ficou paralisada durante cerca de 18 anos e foi reanimada através de capitais privados da Alemanha. O empreendimento (GK Ancuabe Graphite Mine SA), que tem como accionistas a AMG Graphit Kropfmuhl, uma subsidiária da AMG Advanced Metalurgical Group, e a Empresa Moçambicana de Exploração Mineira (EMEM), está dotado de capacidade para processar nove mil toneladas de grafite por ano. O Presidente da República, que presidiu à inauguração, disse tratar-se de um projecto estruturante com impacto directo na vida social e económica de todos os moçambicanos. “A extracção de grafite está de volta através de actos concretos e este é um deles. O retorno à actividade da mina que esteve encerrada durante vários anos traduz o compromisso do Governo na criação de um ambiente de negócios apropriado para o sector privado”, disse Nyusi. De acordo com Nyusi, este é um exemplo de como o sector privado pode contribuir para a materialização da agenda do Governo de promover o desenvolvimento económico integrado, inclusivo e sustentável. O reinício da produção e processamento de grafite em Ancuabe, segundo Nyusi, é um marco crucial para desenvolver outros depósitos de minerais que ocorrem na província de Cabo Delgado. “A empresa está a materializar a visão do Governo moçambicano no que tange à exploração sustentável de recursos naturais de que o país dispõe, assegurando que as gerações vindouras possam também beneficiar destes recursos”, explicou Nyusi. Na ocasião, o estadista moçambicano garantiu que o Governo vai continuar a combater a exploração ilegal e organizar a componente artesanal de mineiros nacionais para que tenham acesso ao que lhes pertence de forma legal e estruturada. O Chefe do Estado prometeu, ainda, reforçar a capacidade do Estado na inventariação do potencial mineiro existente em Moçambique. “O mapeamento e a pesquisa geológica realizados depois da independência mostram que o país  é detentor de enormes quantidades de recursos”, afirmou.

Fonte: O Pais

 

postheadericon Quatro apresentadores, dois países, uma só animação

Patrícia Pacheco é apresentadora angolana de larga experiência e de bom humor, afinal, para se ser responsável de uma “grande manhã” é mesmo necessário. Há mais de 17 anos suportando as telas da televisão e, pelo que a Stv, suporta também as pistas: gosta de dançar. Enquanto se montava o palco, Pacheco dançava ao ritmo vibrante que fugia das colunas na Praça da Independência em Maputo, local que será apresentado dois programas da Zap Viva, em directo, ao canal da Zap e em simultâneo na Stv.A profissional angolana está acompanhada pela Stela Semedo. A colega do mesmo canal, a apresentadora do programa “Vida à Tarde” também é uma pessoa alegre e com os passos de dança em dia. Semedo tem apenas dois anos na televisão, mas três horas diárias para animar os telespectadores da estação Zap Viva e com muito ainda para dar, pelo menos é que confessou a nossa reportagem. As duas estão em Maputo pela primeira vez para apresentar os seus respectivos programas, tal como é comum em Angola, não só no estúdio mas também em outras províncias angolanas. Além de se apresentarem em Moçambique pela primeira vez, as apresentadoras têm o desafio de dividir os programas com os profissionais moçambicanos: Emerson Miranda (apresentador do “Big Box Show”) e Dudas Aled (apresentador do programa “Vidas em Directo”). Os quatro estiveram juntos hoje a acertarem alguns detalhes para esta festa da televisão que vai celebrar a música moçambicana, concretamente a marrabenta. Conversaram animadamente. Aliás, “Big Barrão Boss” já conhecia as duas, inclusive já participou nos seus programas. Mais do que programas, a Praça da Independência estará aberta para os amantes da Zap e Stv e para aqueles que gostariam de ganhar brindes e assistir as actuações de músicos moçambicanos ao vivo. “Grandes manhãs” é o programa que vai decorrer a hora do “Manhãs alegres” e, lá para o fim do dia, “Vidas em Directo” vai ceder ao “Vida à Tarde”. Os programas não são apenas semelhantes pelos nomes. As rubricas e a animação são outros aspectos que lhes são peculiares. O jogo de luzes que encandeava o edifício do Conselho Municipal de Maputo já denunciava um ambiente para lá de diferente. Uma grande equipa da Zap e da Stv se desdobrava para colocar tudo funcionar. A constante movimentação pelo recinto dava claros indícios de que realmente vai se tratar de um dia imperdível. Este momento celebra, ao mesmo tempo, os seis anos da Zap.

Fonte: O Pais

 
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    Participação de
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