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postheadericon Notícias

postheadericon Transporte aéreo aumentou 8,5% no terceiro trimestre deste ano

O transporte aéreo de passageiros em Moçambique fechou em alta no terceiro trimestre do corrente ano, ao observar uma subida de 8,5 por cento, face ao registo do trimestre anterior. Entretanto, e quando comparado com o igual período de 2017, o fluxo de passageiros aéreos teve uma redução em 13 por cento, segundo dados do Instituto Nacional de Estatística. Em relação ao transporte de carga, o INE refere que observou-se uma queda em 26,5%, entre Julho e Setembro de 2018, comparativamente ao trimestre anterior e uma subida em 16,4% sobre o período homólogo do ano anterior. Refira-se, que o sector de aviação em Moçambique está em profunda restruturação, com o espaço aéreo aberto a mais companhias, com vista a torná-lo mais competitivo num mercado cada vez mais exigente.

Fonte: O Pais

 

postheadericon Banco Mundial desembolsou mais dinheiro para Moçambique no exercício económico de 2018

Banco Mundial deu mais dinheiro para Moçambique no fecho de 2018. Privado do apoio direto externo ao Orçamento do Estado, desde Abril de 2016, na sequência da descoberta das chamadas “dívidas ocultas” que empurraram o país para o descrédito internacional, o Grupo Banco Mundial não se encolheu e decidiu desembolsar o valor mais alto de auxílio à Moçambique em 2018. Ao todo foram 530 milhões de dólares que o Banco Mundial canalizou para o país, no ano passado, cinco vezes mais que o montante desembolsado em 2017, ano em que o compromisso financeiro desta instituição financeira da Bretton Woods foi o mais baixo de sempre. Para 2019, e segundo consta da página oficial do Banco Mundial em Maputo, já foi aprovado um financiamento de apenas 198 milhões de dólares, em apoios a projetos de desenvolvimento socioeconómico do país. Fora os compromissos financeiros, esta instituição refere que prevalecem alguns desafios para o país, com destaque para o restabelecimento da estabilidade macroeconómica, da confiança através de uma melhor governança económica e mais transparência, incluindo a transparência na investigação sobre dívidas ocultas. Além disso, são necessárias reformas estruturais para apoiar o sector privado que enfrenta atualmente dificuldades. Outro grande desafio para a economia é a sua diversificação em relação ao atual foco em projetos de capital intensivo e agricultura de subsistência de baixa produtividade, para uma economia mais diversificada e competitiva, fortalecendo ao mesmo tempo os principais impulsionadores da inclusão, como a melhoria da qualidade da educação e da prestação de serviços de saúde, o que poderá, por sua vez, melhorar os indicadores sociais.

Fonte: O Pais

 

postheadericon Fisco perdoa empresas que devem 9 biliões de Meticais

A Autoridade Tributária de Moçambique (AT) vai perdoar multas, juros e taxas de execuções fiscais de empresas, que, no total, devem cerca de nove mil milhões de meticais (145 milhões de Dólares Norte Americano). É uma decisão que pode no mínimo ser considera inusitada, mas que ao mesmo tempo poderá ter impactos consideráveis na economia do país nos próximos tempos. A Autoridade Tributária de Moçambique vai perdoar multas, juros e taxas de execuções fiscais de empresas, que, no total, devem cerca de nove mil milhões de meticais (145 milhões de Dólares Norte Americanos), disse a presidente do fisco moçambicano, Amélia Nakhare. Citada pela plataforma Online portuguesa, Observador, Amélia Nakhare terá clarificado que o decreto visa essencialmente “o perdão de multas, juros e taxas das execuções fiscais” detidas pelas empresas em alusão. Apesar do gesto, escreve o Observador ainda citando Nakhare, o perdão não será alargado à dívida líquida das empresas, que se não for paga dará lugar à execução fiscal. “Vamos executar as empresas que não pagarem a dívida líquida”, frisou. O perdão das multas, juros e taxas de execuções fiscais de empresas, visa por um lado, permitir que as entidades devedoras tenham um alívio nos seus encargos com o fisco e por outro, dar à Autoridade Tributária o alargamento da margem de arrecadação de receitas. Entre os devedores, estão algumas das grandes empresas públicas, incluindo a Televisão de Moçambique (TVM), Petróleos de Moçambique (Petromoc), Eletrcidade de Moçambique (EDM) e a Moçambique Celular. A Petromoc e a Mcel devem quatro mil milhões de meticais (57 milhões de euros). A presidente da Autoridade Tributária, Amélia Nakhare não especificou o montante do perdão da dívida, assegurando apenas que, no total, a AT tem créditos acumulados de cerca de nove mil milhões de meticais. O curioso do perdão as empresas devedoras, é que o mesmo surge pouco tempo depois da Autoridade Tributária de Moçambique ter revelado que a redução das taxas de importação tem comprometido a coleta de receitas fiscais.

Fonte: O Pais

 
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