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postheadericon Notícias

postheadericon Equipa do FMI chega ao país este mês

O ministro da Economia e Finanças, Adriano Maleaine anunciou, que uma equipa do Fundo Monetário Internacional (FMI) vem este mês à Moçambique para supervisionar as acções que estão em curso, no âmbito das exigências feitas pela organização aos Estados membros. Numa altura em que o FMI reiterou que não retoma ao programa de ajuda ao orçamento de Estado antes que a dívidas ocultas sejam esclarecidas, o ministro da Economia e Finanças mantém-se optimista. A última vez que uma missão do FMI veio ao país para uma acção desta natureza foi em 2015. Maleiane falava, hoje em Maputo, em uma conferência de investimentos organizada pela Financial Times. Moçambique é membro do FMI  há mais de 30 anos.

Fonte: O Pais

 

postheadericon Xiquitsi acerta pormenores para os últimos concertos

De modo a encerrar a temporada de música clássica em grande, celebrando os 130 anos da cidade de Maputo, o projecto Xiquitsi agendou uma série de ensaios com todos músicos que vão integrar os dois últimos espectáculos do ano. Assim, depois de vários ensaios realizados no Cine-Teatro Gil Vicente, a preparação passa a acontecer no Centro Cultural da Universidade Eduardo Mondlane (CCUEM), local do evento. E o ensaio geral para o concerto de sábado. O concerto de encerramento da edição 2017 do Xiquitsi, além de Cláudio Ferreira na direcção orquestral, contará com os músicos: Maya Egashira (violino), Timóteo Bene Júnior (tenor), a aluna do Xiquitsi Márcia Massicane (soprano), Xixel Langa (voz), Carlos Pereria (direcção coral) e Kika Materula (direcção artística). E, como se impõe, não faltará também a grande missa de Estevão Chissano e “cidade menina”, de Mia Couto e Hortêncio Langa. O primeiro concerto do Xiquitsi desta série, vai realizar-se às 19:30h de sexta-feira, no CCUEM, e estará voltado à celebração do dia da Cidade de Maputo (130 anos). No mesmo, Stewart Sukuma será acompanhado pela banda Nkhuvu e, claro, pela orquestra Xiquitsi. Nesta última série da temporada “vamos fazer uma mistura da música moçambicana com uma orquestra de música clássica”, lembrou Kika Materula. 

Fonte: O Pais

 

postheadericon Governo elimina obrigatoriedade de usar Terminal de Exportação

O Governo elimina o uso obrigatório dos Serviços do Terminal Especial de Exportação de Nacala e afixa novo custo do visto de fronteira, no âmbito do diálogo público-privado. Medidas que trarão impacto na competitividade da economia nos negócios a nível local. Segundo a CTA, a abolição do uso dos serviços do terminal constitui um grande alívio, porque vem corrigir uma situação que estava a criar sérios problemas à economia nacional, particularmente ao sector produtivo. “A obrigatoriedade instituída do uso do Terminal Especial de Exportação de Nacala constituía um grande obstáculo não tarifário ao desenvolvimento da actividade empresarial, afectando a competitividade das exportações de Moçambique”, disse o representante da CTA. O sector privado entende que a fixação do novo custo do visto de fronteira, em cerca de 50 dólares americanos do valor fixado, vem harmonizar um pouco com o que acontece na região. Acrescentando que foi um grande avanço introduzir o visto de fronteira e almejam reduzir ainda mais o seu custo. “Com a sua retirada, o tempo para exportar e o respectivo custo vai reduzir de forma significa e com impacto na classificação do Doing Business. Os produtos nacionais, como algodão, castanha de caju, leguminosas, entre outros, que usam muito o Porto de Nacala, terão algum espaço para melhorar a competitividade”, disse. A CTA afirma que há necessidade de fazer divulgação destas medidas e fazer com que todos os actores relevantes na implementação, desde consulados, agências de viagens, companhias aéreas até aos próprios turistas saibam destas mudanças para facilitação da implementação e lograr o sucesso e o impacto desejado na economia. A medida foi tomada em Julho, e não terá efeito na classificação do Doing Business em 2018.

Fonte: O Pais

 
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