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postheadericon Notícias

postheadericon Empresários do sector de construção iniciam o ano mais confiantes no negócio

Muitas empresas do ramo de construção em Moçambique, fecharam o ano passado com as contas no vermelho, em parte devido aos atrasos e/ou falta de pagamentos por parte do Governo. Este ano, a confiança começou em alta. Segundo o Instituto Nacional de Estatística, em Janeiro, o indicador que mede o pulsar empresarial do sector da construção registou um aumento ligeiro, interrompendo assim avaliação desfavorável que vinha registando nos últimos três meses de 2018, tendo o respectivo saldo se situado acima da média da sua série temporal. Este comportamento favorável do sector em análise foi influenciado pelo incremento de todas as componentes do indicador síntese do sector, com maior destaque em termos de amplitude para a perspectiva de emprego que se expandiu no período em análise. Em linha com o indicador sectorial, a actividade actual e as perspectivas de facturação do sector aumentaram ligeiramente, num clima de quebra das perspectivas de preços no mês em análise.Cerca de 38% das empresas do sector sofreram no mês em referência alguma limitação no desempenho normal da sua actividade, o que representou 10% de redução de empresas em dificuldades face ao mês anterior. Os principais obstáculos do sector continuaram a ser a baixa procura com 32%, a falta de acesso ao crédito com 16%, condições climatéricas desfavoráveis também com 16% e os outros factores não especificados (27%).

Fonte: O Pais

 

postheadericon OTM quer salários suficientes para melhorar poder de compra dos trabalhadores

As previsões de várias instituições financeiras, inclusive do Banco de Moçambique, apontam para uma subida do custo de vida no país, com o preço de produtos básicos a sufocar cada vez mais o bolso dos moçambicanos. Durante a primeira sessão da Comissão Consultiva do Trabalho (CCT), a Organização dos Trabalhadores de Moçambique disse esperar pequenas melhorias salariais, suficientes para dar condições condignas as famílias dos trabalhadores. Presente também na abertura dos trabalhos da CCT, a Confederação das Associações Económicas de Moçambique disse estar preocupada com o facto da lei do trabalho estar desajustada à realidade actual. E porque o país está no fim de um ciclo de governação, e se encontra mergulhado no processo de descentralização administrativa, a Ministra do Trabalho, Vitória Diogo, disse que os debates sobre a lei do trabalho assim como sobre os salários mínimos, devem ser processos de cedências. Vitória Diogo revelou também que no mandato actual foram recuperados mais de 750 milhões de meticais dos valores que as empresas deviam à Segurança Social.

Fonte: O Pais

 

postheadericon Isaú Menezes reflecte sobre convívio cosmopolita nas Tertúlias Itinerantes

No âmbito da iniciativa Tertúlias Itinerantes, o Camões – Centro Cultural Português em Maputo acolheu semana passada, uma sessão deste ciclo de conferências subordinada ao tema “As relações inter-étnicas e os interstícios das manifestações de sociabilidade”. A tertúlia foi dinamizada pelo investigador moçambicano Isaú Menezes e pretende constituir uma reflexão sobre o convívio multi-cultural e cosmopolita que é característico à cidade da Beira e a forma como este convívio propiciou a criatividade cultural das suas gentes, num horizonte que vai de 1972 a 2015. A reflexão teve como objectivo analisar as diferenças étnico-culturais sob ponto de vista linguístico, artístico e social e a influência que estas tiveram para a criatividade cultural na cidade da Beira. O IV Ciclo das Tertúlias Itinerantes traz a Maputo reflexões de investigadores de Moçambique, Portugal e Brasil sobre dinâmicas interculturais no mundo global. Este trabalho, que tem sido coordenado pelos investigadores Sara Laisse (Universidade Politécnica), Eduardo Lichuge (Universidade Eduardo Mondlane) e Lurdes Macedo (Universidade do Minho, Portugal) desde 2016, surgiu da constatação de que a perspectiva clássica das ciências sociais – que nos ofereceu um quadro interpretativo do mundo baseado na diferenciação da Humanidade em categorias como a religião, a etnia, a cultura ou a nacionalidade – necessita de ser repensada na contemporaneidade. Cada uma das tertúlias procura dar um contributo para a construção de novas perspectivas, capazes de nos ajudar a interpretar uma nova realidade social na qual as trocas, as partilhas e as interdependências são cada vez mais determinantes na promoção do diálogo e do desenvolvimento. Em 2016, 2017 e 2018 o grupo coordenou e realizou três ciclos intitulados “Fluxos de comunicação intercultural no espaço de língua portuguesa: debater o desconhecimento mútuo no contexto da era global, sob a designação de “Tertúlias Itinerantes”, na cidade de Maputo. Os eventos foram realizados de forma descentralizada em vários equipamentos e instituições culturais. Segundo os investigadores, a ideia de coordenar e realizar este tipo de sessão surgiu a partir da observação da experiência da crise da contemporaneidade e dos riscos a ela associados como, por exemplo, as alterações climáticas, ou mais recentemente o recrudescimento dos nacionalismos, factos que “nos remetem para uma ideia essencial?. Os ciclos de tertúlias já apresentados e os que futuramente virão tomam em consideração a opinião de autores tão consagrados como Wieviorka, Beck ou Canclini, que propõem que a construção de novos instrumentos interpretativos da realidade devem gravitar em torno da comunicação intercultural. Por esta razao, o grupo tem realizado reflexões conjuntas e participadas sobre a relação entre “nós” e os “outros”. “

Fonte: O Pais

 
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  • "Comemoração do Dia 4 de Outubro, Dia da Paz em Moçambique e Dia 5 de Outubro, Implantação da Republica"