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postheadericon Nova ponte sobre o rio Zambeze

A construção e a exploração da nova ponte sobre o rio Zambeze, ligando a cidade de Tete e a localidade de Benga, com um custo avaliado em 105,3 milhões de euros foi concessionada a um grupo privado denominado Estradas do Zambeze, SA, um consórcio formado pela Soares da Costa, Ascendi Concessões de Transporte e a Infra-engineering Moçambique. A concessão válida por um período de 20 anos, com uma opção de mais dez de prorrogação, contempla também a reabilitação da ponte Samora Machel e das estradas de acesso, nomeadamente Benga-Moatize, Cuchamano-Tete-Zóbue, Cassacatiza-Tete e Mussacama-Calómuè. O Conselho de Ministros, reunido ontem na sua 23ª sessão ordinária autorizou o Ministro das Obras Públicas e Habitação a assinar os termos da concessão das obras que devem iniciar no próximo dia 15 de Julho, devendo estar concluídas em Janeiro de 2014. O porta-voz do Conselho de Ministros e Vice-Ministro da Justiça, Alberto Nkhutumula, disse à imprensa que a política de estradas aprovada em 2008 estabelece como um dos princípios fundamentais, a concessão através de parcerias público-privadas para a construção e reabilitação de estradas e pontes e outras infra-estruturas públicas. Neste caso, segundo justificou, a precariedade das estradas Benga-Moatize, Cuchamano-Tete-Zóbue, Cassacatiza-Tete e Mussacama-Calómuè, e da ponte sobre o rio Zambeze e o próprio desenvolvimento da província justificam não só a reabilitação destes troços, bem como a construção duma nova ponte que vai unir Tete e Benga. Esta concessão, segundo Nkhutumula, vai permitir um rápido desenvolvimento tanto do país como do hinterland, uma vez constituir este um corredor de transporte de mercadorias, pessoas e bens de e para aqueles países. Em 2014, altura em que se prevê a conclusão da ponte, será estabelecido um sistema de portagem para reposição do valor investido. Enquanto não se constrói a portagem, as taxas de travessia das fronteiras serão consignadas para este efeito. O Governo aprovou a actualização das taxas rodoviárias cobradas nalgumas fronteiras. O regime das taxas rodoviárias em vigor encontra-se desactualizado e incide sobre as viaturas pesadas de transporte de passageiros e carga que atravessem as fronteiras de Zóbué, Cuchamano, Cassacatiza, Calómue, Mandimba, Milamge, Machipanda, Namaacha, Goba e Changalane. As receitas resultantes são consignadas ao Fundo de Estradas e a concessionária responsável pela manutenção das vias de acesso.
 
Fonte: Noticias 

 

postheadericon LAM lança novo voo semanal de Maputo para Luanda a partir de Outubro

As Linhas Aéreas de Moçambique (LAM) vão fazer a partir de Outubro um terceiro voo semanal de Maputo para Luanda, devido ao significativo crescimento da rota desde o seu lançamento em Novembro de 2009, segundo a operadora. Até agora, a rota Maputo/Luanda/Maputo tinha apenas dois voos semanais, realizados à segunda e sexta-feira. O terceiro voo, que já está introduzido no sistema da LAM, começará a funcionar a partir de Outubro, à quarta-feira, correspondendo ao início do período de horário de Inverno praticado pela operadora. O director comercial da LAM, Adérito Macaba, disse que o objectivo é “criar uma maior flexibilidade nas ofertas de voos para Luanda” que, de acordo com os últimos dados, “registaram um maior crescimento”. Desde Novembro de 2009, quando do lançamento dos voos entre Maputo e Luanda, a rota teve um crescimento significativo, registando nos primeiros cinco meses de 2010, em relação ao planificado pela LAM, um aumento de 12 por cento do volume de negócios e de 7 por cento do número total de passageiros. “Pensamos que uma maior flexibilidade fará com que haja mais gente a viajar, especialmente no segmento dos negócios”, explicou Adérito Macaba, cuja operadora espera, deste modo, capitalizar as oportunidades de negócio e turismo. Tal como os actuais, o novo voo será efectuado com uma aeronave do tipo Embraer 190, com capacidade para 93 passageiros.

Fonte: Noticias Lusófonas  

 

postheadericon Visita do Ministro das Obras Públicas, Transportes e Comunicações de Portugal a Moçambique

O ministro das Obras Públicas, Transportes e Comunicações de Portugal, António Mendonça, considera "positiva" a participação das empresas portuguesas em Moçambique, minimizando o impacto de entrada de firmas chinesas no país. "Não tenho qualquer temor em relação às empresas chinesas" em Moçambique, disse aos jornalistas o titular da pasta das Obras Públicas, Transportes e Comunicações de Portugal. António Mendonça iniciou ontem em Maputo uma visita de dois dias a Moçambique, destinada a avaliar o grau de implementação dos acordos entre os dois países no sector dos transportes e comunicações, especialmente na gestão de infra-estruturas (aeroportuárias, portuárias e ferroviárias). Em declarações à imprensa sobre a presença massiva de empresas chinesas, numa altura em que Portugal aposta na parceria com Moçambique na área de infra-estruturas, António Mendonça garantiu que Portugal pode oferecer "competência muito significativa" comparada com a China. "Podemos oferecer um conhecimento muito grande da realidade moçambicana, competências e qualidade. Portugal está no processo de modernização". "Naturalmente, cada um oferece aquilo que pode dentro das suas capacidades". Por outro lado, António Mendonça, defendeu que Portugal pode ter «um papel muito importante em termos de formação» na área da gestão portuária em Moçambique. O governante português falava durante uma visita ao porto de Maputo, destinada a conhecer a estrutura mas também a avaliar «as possibilidades que existem em termos de desenvolvimento da cooperação» entre Portugal e Moçambique na área dos portos. O governo de Maputo, acrescentou, já definiu como uma das prioridades o desenvolvimento dos portos e do transporte marítimo. Portugal e Moçambique assinaram em Maputo uma acta que estabelece o plano de actividades para a cooperação em áreas como a indústria naval e os transportes aéreos, marítimos, rodoviários e ferroviários, centrada na formação.
 
Fonte: Rádio Mz

 

 
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