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postheadericon Notícias

postheadericon Novos projectos em Moçambique envolvendo investidores Portugueses

Moçambique poderá contar em breve com novos projectos, envolvendo investidores privados portugueses, nos sectores da indústria alimentar, financeiro, da construção e obras públicas e media, admitiu hoje o presidente da Confederação das Associações Económicas de Moçambique. “Tenho conhecimento de várias parcerias que se estão a movimentar, com destino a Moçambique, nos sectores financeiro, da indústria alimentar, construção e obras públicas e também no sector dos media privados”, revelou o presidente da CTA, Salimo Abdula. O presidente da CTA não avança detalhes dos processos de parcerias, por entender que “só quando estiverem totalmente formalizadas se deverão anunciar”, mas considera “excelente” o resultado da visita a Portugal, esta semana, da delegação de 35 empresários moçambicanos. “Estavam inscritas 80 empresas para bolsas de contactos com empresários moçambicanos e hoje juntaram-se outros”, disse, em jeito de balanço da visita e da participação no evento “Portugal exportador 2010”. Além dos múltiplos contactos empresariais bilaterais, a missão empresarial moçambicana a Portugal teve também como objectivo o lançamento da Câmara do Comércio Moçambique-Portugal. “Era um compromisso que tínhamos assumido aquando da visita do nosso Presidente da República a Portugal”, relembrou o presidente da CTA, a organização ´umbrella´ de todo o sector privado moçambicano, que congrega desde associações empresariais dos distintos sectores de atividade, as câmaras de comércios de várias origens, confederações empresariais e outras. Salimo Abdula considera que a Câmara será o veículo do sector privado para “capitalizar as auto-estradas criadas a nível político” e foi nesse sentido que hoje mesmo foi assinado também um protocolo entre essa instituição e a Associação Industrial Portuguesa (AIP), para organização de feiras conjuntas, congressos e outros eventos com “potencial de negócios para o futuro”, explicou.

Fonte: Noticias Lusófonas   

 

postheadericon Investimento na aqua-cultura em Moçambique

Um grupo empresarial das Ilhas Maurícias quer investir 1.2 bilião de dólares na aqua-cultura em Moçambique. O valor poderá ser aplicado na produção 60 mil toneladas de peixe nos distritos de Marracuene e Manhiça, província de Maputo. De acordo com Victor Borges, ministro das pescas moçambicano, o país possui um potencial para produzir dois milhões de toneladas de diversos tipos de pescado, na aquacultura, porém aproveita apenas mil toneladas – equivalente a 10% -  e “com este plano de investimento a nossa produção, que neste momento ainda não atingiu os níveis desejados, poderá conhecer outro desenvolvimento”, disse o ministro. Por seu turno, o ministro das Pescas das Maurícias, Von-Mally Joseph, disse que o seu país pretende aproveitar as facilidades de investimento que Moçambique oferece no sector e falou, igualmente, da abertura que as Maurícias apresentam ao empresariado moçambicano para a realização de investimentos. Victor Borges e o seu homólogo Maurício falavam ontem em Maputo, num seminário promovido pelo governo moçambicano, para a apresentação das potencialidades que o país oferece no sector. Esta iniciativa enquadra-se num memorando de entendimento assinado em 2008, pelos governos de Moçambique e das Ilhas Maurícias, com o objectivo de reforçar a cooperação económica. O aproveitamento do potencial dos recursos pesqueiros em Moçambique é de apenas 50%. É que de um total que varia entre 218 a 340 mil toneladas, o país captura apenas cerca de 150 mil toneladas.

Fonte: O Pais


 

 

postheadericon FMI considera que o desempenho economico de Moçambique continua forte

Fundo Monetário Internacional (FMI) considera que “o desempenho económico de Moçambique continua forte, apesar do difícil ambiente internacional” e prevê mesmo um crescimento superior a sete por cento este ano. O optimismo do FMI sobre a situação económica de Moçambique resulta de uma avaliação realizada por uma missão da organização, entre 19 a 29 do mês passado, ao país, onde fez a primeira revisão no âmbito do novo Instrumento de Apoio Político (PSI, na sigla inglesa), assinado com as autoridades moçambicanas em Junho. Depois da avaliação, a missão do FMI concluiu que “o desempenho económico de Moçambique continua forte, apesar do difícil ambiente externo”. “O crescimento económico poderá ultrapassar sete por cento em 2010 e projecta-se que acelere para oito por cento a médio prazo”, refere aquele organismo financeiro internacional, na sua página da internet sobre Moçambique. A previsão do FMI sobre a economia moçambicana é sustentada pela recuperação da procura internacional, aumento dos fluxos de capitais privados e uma contínua e forte ajuda dos doadores, um contexto que “vai colocar as reservas internacionais do país num nível confortável”. Na sua nota sobre Moçambique, aquele organismo enfatiza que as políticas fiscais e monetárias adoptadas pelo governo para enfrentar a crise financeira e económica internacional, agravadas pela pressão sobre a balança de pagamentos, contribuíram para a depreciação da moeda moçambicana e aumento da inflação, deteriorando a qualidade de vida das camadas da população mais vulneráveis.

Fonte: Noticias Lusófonas


 

 
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