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postheadericon Notícias

postheadericon 1 793 consumidores beneficiam de gás canalizado em Inhambane

A Empresa Nacional de Hidrocarbonetos (ENH) concluiu, recentemente, a expansão da rede de distribuição de gás natural no norte de Inhambane. Com a finalização dos trabalhos de expansão, mais 260 consumidores beneficiarão do gás canalizado, totalizando 1793 consumidores. As obras tiveram seu início em Outubro de 2018, com um orçamento de 340 mil dólares, desembolsados pela Companhia Moçambicana de Hidrocarbonetos (CMH), inicialmente o projecto previa realizar 250 novas ligações, mas, durante a execução do trabalho foram feitas 260 ligações. “Conseguimos concluir as obras com uma semana de antecedência em relação ao prazo definido, o que mostra o empenho das equipas no terreno. Além disso, fizemos 260 ligações, o que constitui 10 ligações a mais em relação ao previsto”, disse em comunicado o Delegado da ENH de Vilankulo, Daúto Rogunate. Segundo explicou o delegado, ao todo, foram realizadas 164 ligações em Vilankulo, 56 em Inhassoro e 40 em Govuro, sendo que todos esses consumidores já estão a beneficiar do gás natural. Por seu turno, o Presidente do Conselho de Administração da ENH, Omar Mithá, considera que a empresa tomou um passo importante nos esforços da expansão do gás natural canalizado em benefício dos moçambicanos. “Este investimento permitiu-nos expandir a rede de gás natural, ajudando as famílias a pouparem mais em comparação com o que gastavam antes com a compra de carvão, lenha ou energia eléctrica. Além disso, o gás natural é mais limpo e por isso ajuda na preservação do meio ambiente”, acrescentou Mithá. A ENH e a Kogas, através da parceria ENH-Kogas, estão a desenvolver, desde 2014, uma rede de distribuição de gás natural canalizado na cidade de Maputo e distrito de Marracuene, que actualmente conta com pouco mais de 20 consumidores, entre comerciais e industriais. “Como parte deste projecto, estão agora em conclusão as obras de ligação de gás canalizado para consumidores residenciais, numa experiência-piloto, em implementação no bairro do Aeroporto A, abrangendo 50 famílias”, lê-se no comunicado.

Fonte: O Pais

 

postheadericon Grupo indiano vai importar gás de Moçambique dentro de cinco anos

O grupo indiano, Bharat Petroleum Corporation Ltd (BPCL) pretende importar um milhão de toneladas, por ano, de gás natural extraído na bacia do Rovuma dentro de cinco anos. Para a concretização desta acção o grupo adiantou que irá assinar um contrato de compra e venda com a Mozambique LNG1 Company Pte.Ltd, a empresa de comercialização do bloco Área 1, escreveu o Macauhub. A Bharat Petroleum Corporation está igualmente a analisar um projecto para a construção de um terminal para receber gás natural com uma capacidade entre um milhão e três milhões de toneladas por ano, a fim de satisfazer a crescente procura que se verifica na Índia. O PCA da ENH, Omar Mithá, recordou que uma empresa indiana cujo nome não divulgou já assinou um contrato de compra e venda de gás natural a extrair naquele bloco.

Fonte: O Pais

 

postheadericon Filme sobre Moçambique exibido no Festival de Gutemburgo na Suécia

O título em causa é Our madness, o mesmo que nossa loucura, e foi exibido nos dias 26, 28, 30 e 31 de Janeiro, no Göteborg Film Festival, na Suécia. A obra cinematográfica, com hora e meia de duração, tem a realização do português João Viana, conhecido autor de várias curtas-metragens, e foi rodado em Moçambique há mais ou menos três anos. A longa-metragem do realizador português alicerça-se à história de uma mulher para retratar contextos atinentes à realidade moçambicana, concentrando-se nos efeitos da guerra, questionando a essência da loucura e desafiando os conceitos sobre a lucidez. Lucy é uma das personagens de Our madness, a qual, estando internada no Hospital Psiquiátrico de Infulene, arredores da cidade de Maputo, tem que conviver com a imagem distante do filho que foi arrancado dela e do marido, envolvido num conflito armado. Portanto, Our madness é uma produção sobre a realidade de um povo que ainda não se esqueceu das consequências geradas pelo som das armas, sem deixar à parte o folclore e o misticismo que caracteriza as sociedades africanas em geral. Este filme exibido semana passada na cidade sueca de Gutemburgo, na qual as temperaturas meteorológicas rondavam os 0 graus, é uma produção de Moçambique, Guiné-Bissau, Portugal e França, sendo que teve financiamento para pós-produção do Qatar, concretamente do Doha Film Institut, entidade que, entre muitas funções, fomenta o cinema e as produções de cineastas daquele país e estrangeiros. Our madness integrou uma lista do Göteborg Film Festival constituída por cerca de 400 filmes de 83 países, o que quer dizer que o filme sobre Moçambique pode ser visto por milhares de pessoas no principal festival cinematográfico dos países nórdicos, o qual, nesta 42ª edição alertou aos participantes para a necessidade de preservação ambiental de forma sustentável. Quanto ao elenco, a ficha técnica inclui: Bernardo Guiamba (Pack),Emerson Sanjane, (Enfermeira 1), Ernania Rainha (Lucy), Francisco Manjate (Enfermeira 2), Francisco Muxanga (Mau da fita), Hanic Corio (Rapaz), Janete Mutemba (Rapariga Louca 1), Jessica Laimo (Rapariga Louca 2), Mamadu Baio (Estrela Internacional), Rosa Mario (Padre). O argumento de Our madness pertence ao próprio director do filme, João Viana; o desenho de produção esteve com Marieta Mandjate e um dos produtores foi Sol de Carvalho. O desenho de som esteve com Mário Dias; a direcção de Fotografia com Sabine Lancelin; a montagem foi confiada a Edgar Feldman; a música esteve na responsabilidade de Pedro Carneiro e o som de Gabriel Mondlane. A produção foi encarregue a Les Filmes de l'aprés-midi, Telecine Bissau, Promarte  e Papaveronoir. Our madness foi um dos 15 projectos seleccionados, em 2015, para o Cinefondation Atelier do Festival de Cannes, importante atelier que apoia realizadores com projectos inovadores, e foi distinguido no IndieLisboa com o Prémio Allianz para Melhor Longa-metragem Portuguesa, ano passado. Além de Our madness, João Vina é autor das curtas-metragens A piscina, Alfama ou Tabatô e da longa metragem A batalha de Tabatô.

Fonte: O Pais

 
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