Get Adobe Flash player
001_Postal
002_Postal
003_Postal
004_Postal
01 (2)
01
04
05
06 (2)
06
07 (2)
07
08
09
10
11
12 (2)
12
13
14
15
18
20
21
23
23042009069
24
25
26
27
28
29
30
31
32
33
34
35
36
38
39
40
41
42
43
44
45
A-Descri��o Ilha de Mo�ambique
B-Postal Ilha de Mo�ambique
C-Ilha de Mo�ambique
D-Ilha de Mo�ambique
E-Ilha de Mo�ambique
F-Ilha de Mo�ambique
G-Ilha de Mo�ambique
Gorongosa3b
H-Ilha de Mo�ambique
I-Ilha de Mo�ambique
J-Ilha de Mo�ambique
K-Fazenda Muchelia
L-Fazenda Muchelia
M-Fazenda Muchelia
N-Fazenda Muchelia
O-Fazenda Muchelia
P-Fazenda Muchelia
Q-Fazenda Muchelia
R-Fazenda Muchelia
S-Fazenda Muchelia
T-Fazenda Muchelia
U-Fazenda Muchelia
V-Reformados da fazenda
X-A caminho da fazenda
Z- A caminho da fazenda
ZAA- Chegada a Nampula
ZAB-Viagem Nampula-Ilha
ZAC-Viagem Nampula-Ilha
ZAD-Viagem Nampula-Ilha
ZAE-Viagem Nampula-Ilha
ZAF-Viagem Nampula-Ilha
ZAG-Viagem Nampula-Ilha
Eventos APM

Novas iniciativas da APM brevemente!

Donativos

Para promover o desenvolvimento cultural, cívico, económico e social de ambos os povos português e moçambicano torna-se necessário o seu contributo, o seu donativo, seja benemérito, apoie esta Associação transfira o seu valor pequeníssimo que seja, para as contas abaixo indicadas e dê-nos, se assim o entender, os seus elementos identificativos.

Banco Espírito Santo(BES)

 

NIB

 

0007 0404 00133490007 85

 
Ficha de Inscrição

Ficha de Inscrição para Sócios

Download versão docx

Download versão Word97/2003

    
Inicio

postheadericon Notícias

postheadericon Diaz Santana dubla na China há oito meses

Diaz Santana é um dos artistas moçambicanos que se encontra a trabalhar para uma empresa de dublagem, na China. Naquele país asiático, o actor já cumpriu oito meses de trabalho, dublando séries televisivas e desenhos animados que, mais tarde, serão exibidos, fundamentalmente, nos Países Africanos de Língua Oficial Portuguesa (PALOP). Enquanto as produções não são disponibilizadas ao público, Santana vai trabalhando com alguns dos seus compatriotas e com vários chineses na capital Pequim, o que considera rara e grande oportunidade. “Não é fácil furar o mercado chinês, seja em área for, porque a China tem de tudo e do melhor. Perguntamo-nos sempre o que podemos oferecer a China que aquele país não tenha. Para conquistar o mercado deles, temos de possuir um grande diferencial. Portanto, fazer parte dos primeiros artistas moçambicanos a trabalhar no mercado chinês é muito gratificante”. Para Diaz Santana ter a oportunidade de ir a China, teve de passar por um casting realizado ano passado, na Universidade Eduardo Mondlane (UEM), na capital do país. O concurso durou três dias, em jeito de eliminatórias. Assim, foram sendo eliminadas centenas de concorrentes. No total, apenas seis pessoas foram apuradas, entre elas o actor do grupo Lareira Artes, dos mais internacionais em Moçambique. Mas como é fazer dublagem numa realidade bem diferente da moçambicana, como é a chinesa? A resposta surge na primeira pessoa: “A barreira inicial é a alimentação e o mandarim. Depois, a intensidade com que os chineses trabalham. Eles trabalham muito, não fazem de contas”. Ainda assim, Santana não se sentiu desgastado porque já estava preparado para o desafio. Mesmo porque meses antes desta aventura pelo país de Mo Yan, Nobel da Literatura de 2012, esteve em Macau, sempre pela mesma causa: a arte. Na altura, o grupo de Lareira Artes levou a peça A cavaqueira do poste, encenada por Elliot Alex. “Portanto, para mim foi relativamente fácil a integração também porque já colhi várias experiências de dublagem no Brasil, além de Moçambique”. Inicialmente, Diaz Santana ficou um pouco chocado com o avanço tecnológico dos chineses, que obriga o actor a ser versátil durante as gravações, sujeitando-se a desempenhar trabalho de três pessoas, com ferramentas de qualidade e exigência à mistura. Outrossim, o actor confesssa: “se não tivesse viajado para China e lá ter trabalhado esses oito meses, não teria a velocidade que hoje possuo, pois lá exige-se mais as metas, com muita rigorosidade, pouco importa o tempo e o horário de trabalho”. Uma das coisas boas que Santana destaca de Pequim é o facto de a empresa para qual trabalha não fechar, a qualquer altura, se assim o preferir, o actor pode gravar. E há ainda a segurança. Muito boa, que lhe permite sair do estúdio às 0 horas e caminhar 15 minutos sossegado até a casa. Além de moçambicanos, Maria Atália, José Magagule, Dany Ripanga, Nádia Cris e Cíntia das Rosas, na empresa para qual Diaz Santana trabalha há actores de países como Tanzania, Nigéria, Costa do Marfim, Portugal, Brasil e França. Ainda esta semana, Diaz Santana viaja novamente a China, para cumprir mais uma etapa nas gravações. Depois disso, regressa à Pátria Amada e aos palcos, num espectáculo que vai reunir um elenco de luxo.

Fonte: O Pais

 

postheadericon BAD diz que Portugal disponibiliza 400 milhões € para países lusófonos

O vice-presidente do Banco Africano de Desenvolvimento, Mateus Magala, disse que o BAD é a resposta que se requer no financiamento do sector privado em África. Magala falava no âmbito da XVI Conferência Anual do Sector Privado. “Para o Banco Africano do Desenvolvimento a nossa prestação em Moçambique deve ser estruturada de forma a servir esses objectivos”, disse Magala acrescentando que a visão do Banco é de uma industrialização de agricultura moçambicana através do desenvolvimento de zonas especiais e económicas de agricultura. O vice-presidente informou que o banco já disponibilizou 400 milhões de euros, no âmbito do Compacto Lusófono para o desenvolvimento dos países lusófonos. O valor vai incidir sobre 25 projectos já apresentados pelo Gabinete de Apoio empresarial da Confederação das Associações Económicas, nas áreas de educação, turismo, energia, agricultura e infra-estruturas. “O Banco está a promover com os cinco Países Africanos da Língua Portuguesa, Guiné-equatorial e Portugal uma nova plataforma para canalizar investimentos em projectos estruturantes privados e de parceria público-privado”, disse Magala. O Presidente do Banco Africano de Desenvolvimento promoveu uma iniciativa para estabelecer e promover o fórum de investimento africano, como forma de criar uma plataforma continental e mercado de investimentos e transações em África.

Fonte: O Pais

 

postheadericon Portugal, Moçambique e BAD assinam acordo para investimento privado

Portugal, Moçambique e o Banco de Desenvolvimento Africano assinam um memorando de entendimento no âmbito da iniciativa Compacto Lusófono. A assinatura daquele documento decorrerá no âmbito da visita oficial da secretaria de Estado dos Negócios Estrangeiros e da Cooperação de Portugal, Teresa Ribeiro, a Moçambique. A visita de Teresa Ribeiro a Moçambique é também para preparar a quarta cimeira entre os dois países e abordar os respectivos aprofundamentos da cooperação nas diferentes áreas contempladas no programa estratégico de cooperação entre Portugal e Moçambique. A Câmara de Comércio Moçambique-Portugal vai organizar um jantar-debate dedicado ao tema do financiamento do desenvolvimento e o papel do investimento privado. Para além de Maputo a secretaria de estado irá deslocar-se a Nampula onde irá visitar um conjunto de projectos financiados pela cooperação portuguesa, designadamente os programas desenvolvidos pela Associação de Defesa do Património de Mértola (ADPM), em Monapo, nas áreas da Educação, Desenvolvimento Rural e Segurança Alimentar, escreve o jornal online Macauhub.

Fonte: O Pais

 
Ver Mais...
Faixa publicitária
Publicidade
Galeria de Eventos
  • Conversa com o músico moçambicano Patxutxu:
    “ A vida de um artista Moçambicano em Portugal!”

  • Reabertura do Bar Espaço Moçambique

  • "Moçambique - Imagens de um país real..." - Exposiçao de Fotografia de Ana Rita Martins

  • "Comemoração do Dia 4 de Outubro, Dia da Paz em Moçambique e Dia 5 de Outubro, Implantação da Republica"