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postheadericon Notícias

postheadericon Grupo holandês posiciona frota de veículos especializados em Mocímboa da Praia

O grupo holandês Mammoet organizou uma frota de veículos especializados que irão ficar estacionados em Mocímboa da Praia, em Cabo Delgado. O diretor-geral da Mammoet South and East Africa, Davide Andreani, disse em comunicado, citado pelo Macauhub que o grupo tem estado a operar há algum tempo em Moçambique, em projetos específicos, e que,  agora irá ter uma presença permanente. O grupo é especializado no transporte de cargas de grandes dimensões ou de grande volume, estando presente no continente africano há mais de 50 anos, comercializando as suas soluções de transporte nos sectores da energia, petroquímica, minas e infraestruturas, escreve o Macauhub. O grupo belga Sarens, também abriu uma sucursal e armazéns nos arredores de Palma antecipando o início da exploração de grandes depósitos de gás natural em dois blocos marítimos na bacia do Rovuma. O grupo Sarens dispõe de veículos todo-o-terreno de 100 toneladas e outros de 120 e de 60 toneladas, bem como equipamento adicional.

Fonte: O Pais

 

postheadericon Moeda chinesa Renmimbi poderá ser utilizada no país

O dólar, o rand e o euro são as moedas estrangeiras mais utilizadas no solo moçambicano e durante as trocas comerciais com outros países. No entanto, depois de uma visita do Banco Nacional Ultramarino à CTA, uma outra moeda pode entrar em vigor nas trocas comerciais moçambicanas. Trata-se de Renmimbi, moeda chinesa, segundo a Confederação das Associações Económicas de Moçambique. A concretizar-se tal intenção, Moçambique pode tornar-se o primeiro país africano a beneficiar-se da plataforma, num contexto em que a China investe quase seis biliões de dólares anuais no país. O Banco Nacional Ultramarino é um banco instalado na região administrativa especial da República Popular da China.

Fonte: O Pais

 

postheadericon 40 Anos de carreira, mesmo propósito: artes plásticas

Já lá vão quatro décadas, desde que P Mourana começou a viagem pelo universo das artes plásticas. Para assinalar a rara efeméride, o pintor da Liberdade, natural da cidade de Maxixe, vai promover as suas obras e o seu imaginário em exposições individuais, em Maputo, nos próximos meses. As atividades de P Mourana vão iniciar em Março, mas prevê para Junho um momento especial da comemoração dos seus 40 anos de carreira artística. A essa altura, portanto, daqui a seis meses, Mourana vai apresentar ao público a exposição Retrospetiva, na qual, depois de selecionar as obras produzidas ao longo dos anos, irá reconfigurar o trajeto criativo por si percorrido. A ideia é que os apreciadores das artes em geral e da sua em particular possam compreender por que metamorfoses passou o autor que continua a amar a magia das cores com o mesmo fervor. A primeira exposição de P Mourana realizou-se em 1979, com Vítor Malate, na altura em que tirava o curso de professor. Entre fantasias e determinação, as imagens da criatividade não foram sempre feitas de cor-de-rosa. Longe disso. Como em tudo, o artista enfrentou momentos menos conseguidos. Dos mais complicados, destaca os anos da década de 80, em que teve falta de material e de oportunidades para se apresentar em exposição. “Veja que, depois da minha primeira exposição, em 1979, só reapareço numa individual em 1993. Aqueles foram anos mais complicados e mais difíceis porque no país também existia uma forma de exclusão dos artistas mais novos, que apareciam com novas temáticas. Agora é diferente. Jovens aparecem espontaneamente e logo recebem apoio, desenvolvem-se e vão crescendo. Antes não era assim”. De acordo com P Mourana, as artes plásticas no país estão com boa qualidade, pois os artistas têm conseguido aprofundar mais conhecimento. Nisso, “penso que a Escola Nacional de Artes Visuais tem ajudado muito na prospeção de jovens artistas. Agora ficou mais fácil organizarmos uma exposição coletiva sem recorrermos sempre às mesmas pessoas. Temos novos valores”. O que não deve faltar, diante da qualidade aparente, é trabalho e organização, mesmo porque o público moçambicano tem ficado mais exigente. Assim sendo, Mourana avança com uma recomendação: “o artista não faz aquilo que é comum, faz algo especial em relação à maioria. Não basta só pegar o pincel e pintar. Uma obra de arte deve ter alma, mexendo com as pessoas”. Uma das coisas que mais marcou a carreira artística de P Mourana foi a colaboração com a BDQ Concertos, que lhe permitiu expor suas obras durante a realização de espetáculos musicais de dimensão internacional. “Sempre tive esse projeto de fazer uma exposição de um dia, num espetáculo, unindo a música às artes plásticas. Foi um grande desafios este de colocarmos espectadores a contemplarem telas num evento em que no palco estavam nomes como George Benson ou Richard Bona. Mas nós conseguimos fazer isso com êxito. Isso marcou-me muito nesses quarenta anos que pretendo celebrar durante todo 2019”.

Fonte: O Pais

 
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