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Eventos APM

Novas iniciativas da APM brevemente!

Donativos

Para promover o desenvolvimento cultural, cívico, económico e social de ambos os povos português e moçambicano torna-se necessário o seu contributo, o seu donativo, seja benemérito, apoie esta Associação transfira o seu valor pequeníssimo que seja, para as contas abaixo indicadas e dê-nos, se assim o entender, os seus elementos identificativos.

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postheadericon Notícias

postheadericon Comemoração do Dia de Africa no Bar do Espaço Moçambique - Dia 27 de Maio


Caro Associado e Amigo de Moçambique, 

 

Vimos convidar todos os nossos associados e amigos de Moçambique a comemorar o "Dia de Africa", no dia 27 de Maio, no Bar do Espaço Moçambique (sede da APM - Largo Duque da Ribeira, 32-54, no Porto), com  um jantar/convivio.
 
O Jantar terá inicio às 20H00, com a seguinte ementa: Matapa,  Xicoa, Caril de Amendoim, Nhangana, Xima, entre outros, com uma bebida incluída e muita…Música!
 

Preço: 8 Piri-Piris - Lugares Limitados

 

MARCAÇÕES: 932752221 OU NO ESPAÇO MOCAMBIQUE (APM)



Melhores cumprimentos,

   

APM - Associação Portugal Moçambique
Largo Duque da Ribeira, 32-54
4050 – Porto
www.espacomocambique.com
 

postheadericon Conferência Internacional de homenagem a Soares Martins / José Capela na Faculdade de Letras - Dias 29 e 30 de Maio

Caros Associados,

Por ser de eventual interesse, vimos pelo presente divulgar a iniciativa supra citada, que homenageia  o nosso associado Soares Martins.

A Conferencia Internacional "Jose Capela e a Historia de Moçambique: 45 anos depois de O vinho para o preto", irá realizar-se na Faculdade de Letras da Universidade do Porto - Anfiteatro Nobre, nos dias 29 e 30 de Maio.

 

Programa Provisorio:

Dia 29

9h – Distribuição da documentação aos participantes

9h15 – Sessão oficial de abertura

Intervenções de abertura:

FLUP – Diretora da FLUP - Prof. Dr.ª Fernanda Ribeiro Universidade Pedagógica de Moçambique – Ex.mo Reitor - Prof. Dr. Jorge Ferrão

CEAUP – Coordenadora da Unidade I&D CEAUP – Prof. Dr.ª Ana Guedes

Conferência de abertura:

Moçambique pelo seu povo. Mozambique: Many People, Many Stories Jeanne Marie Penvenne (Tufts University)

1. Representações de Moçambique na época moderna

Sessão 1 (10:30 – 11:30)

A África do Sudeste nos relatos de naufrágios do séc. XVI. Para uma compreensão genealógica das categorias de representação geográfica e antropológica

Glória de Santana Paula (Centro de História da Universidade de Lisboa)

“Rotas e esfarrapadas”: a precariedade da vida militar na Capitania de Moçambique e Rios de Sena no século XVIII

Ana Paula Wagner (Universidade Estadual do Centro-Oeste e Centro de História da Universidade de Lisboa)

De muanamuzungos a pardos: representações sociais dos mestiços em Moçambique no período moderno

Eugénia Rodrigues (Centro de História da Universidade de Lisboa)

Debate

2. Escravatura e tráfico de escravos em Moçambique

Sessão 2 (11:30 – 12:30)

Os conceitos de escravidão na obra de José Capela: uma leitura jurídica

Margarida Seixas (Faculdade de Direito, Universidade de Lisboa)

O Kairós da análise do fenómeno da escravatura na obra de José Capela

Pedro Pereira Leite (Centro de Estudos Sociais, Universidade de Coimbra)

O outro lado do tráfico ou como “todos são negreiros” em Moçambique (1820)

Maria Bastião (Leiden University e CHAM, FCSH-UNL/UAç.)

Debate

ALMOÇO (13 :00 - 14 :30)

Sessão 3 (14:30 – 15:30)

O negócio do tráfico negreiro de João Rodrigues Pereira de Almeida, o Barão de Ubá, em Moçambique, c. 1808-c.1830

Carlos Gabriel Guimarães (Universidade Federal Fluminense)

Diáspora, Memória e Cultura: Moçambique e as Ilhas do Índico Aurélio Rocha (Universidade Eduardo Mondlane)

Dinâmicas sociais no norte de Moçambique no século XIX: escravidão, deslocamentos e mobilidade social Regiane Augusto de Mattos (Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro)

Debate

Pausa (15:30 – 15:45)

3.1 A sociedade colonial em Moçambique – importações e aculturações

Sessão 5 (15:45 -16:30)

Equids in Mozambican history William G. Clarence-Smith (SOAS, University of London)

Vinho e álcool na história de Inhambane, sécs. XIX-XX

Bárbara Direito (Instituto de História Contemporânea, FCSH, Universidade Nova de Lisboa)

Debate

3.2 A sociedade colonial em Moçambique – representações e ideologia

Sessão 6 (16:30 – 17:30)

Cidadania imperial e assimilacionismo(s)

Cristina Nogueira da Silva (Faculdade de Direito, Universidade Nova de Lisboa)

“Miss Britania” e Lourenço Marques: as “negras tentações” nas caricaturas sobre as colonias

Paulo Jorge Fernandes (Faculdade de Ciências Sociais e Humanas, Universidade Nova de Lisboa

Memória de Ngungunhana entre os pescadores axiluanda na Ilha de Luanda, Angola, em 1983

Éva Sebestyén (Centro dos Estudos Africanos da Universidade do Porto)

Debate

17:30 Lançamento do livro

José Capela – “O Sopro do Vento Sul no Silvo das Locomotivas da Linha do Norte” Edições afrontamento

Apresentação a cargo de: Joaquina Soares Martins e Jorge Ribeiro

Dia 30 de Maio

Sessão 6 (9.30-10.30)

3.3 A sociedade colonial em Moçambique – a sociedade “tradicional”

Chazuca: tensões e ambiguidades entre o régulo e a administração local no contexto colonial em Moçambique

Joel das Neves Tembe (Universidade Eduardo Mondlane)

Os Khokholo dos Chopi no contexto político dos finais do século XIX no sul de Moçambique

Mario Jose Chitaute Cumbe (ICS, Universidade de Lisboa e Universidade Eduardo Mondlane)

A religião tradicional Ndau: ambiguidades classificatórias

Fernando Florêncio (DCV/FCT, Universidade de Coimbra e CRIA-Polo UC)

Debate

3.4 A sociedade colonial em Moçambique – sindicalismo e imprensa

Sessão 7 (10.30-11.30)

As greves ferroviárias em Moçambique através da imprensa Maciel Santos e Miguel Silva

Moçambique na vida e obra de Carlos Rates

Luís Carvalho (FCSH, Universidade Nova de Lisboa)

As vicissitudes do jornal Voz Africana na defesa dos Africanos

Augusto Nascimento (Centro de História da Universidade de Lisboa)

Debate

Pausa 11:30 – 11:45

Sessão 8 (11:45 – 12:45)

3.5 A sociedade colonial em Moçambique – Igreja e Estado

A história e as dinâmicas sociais: As missões católicas femininas em Lourenço Marques nos anos 50 do século XX

Nuno Simão Ferreira (Centro de História da Universidade de Lisboa)

José Capela, Dom Sebastião Soares de Resende e a história da Igreja Católica em Moçambique

Eric Morier-Genoud (Queen's University Belfast)

La terreur en colonie comme prélude au fascisme João-Manuel Neves (Centre de Recherches sur les Pays de Langue Portugaise, Université Sorbonne Nouvelle - Paris 3)

Debate

ALMOÇO (12:45 – 14:30)

4 José Capela na historiografia de moçambique

Sessão 9 (14:30 -15:30)

A especificidade portuguesa face à historiografia de José Capela

José Pimentel Teixeira (Centro em Rede de Investigação em Antropologia)

José Capela, transversalidade de discursos e práticas em sistemas existenciais excludentes em Moçambique

Martinho Pedro (Universidade Pedagógica, Moçambique)

Desfazendo “longas histórias enfabuladas”: dos estudos do tráfico às aringas de Moçambique; dos estudos históricos ao encantamento da obra de José Capela

Cristina Wissenbach (Departamento de História / FFLCH, Universidade de São Paulo)

Debate

Sessão 10 (15:30 – 16:30)

5 Historiografia e poder político em Moçambique

Islão, Macuas e questões de poder: o caso de Naherenque, Nacala

Maria João Baessa Pinto e Eduardo Costa Dias (Centro de Estudos Internacionais, Instituto Universitário de Lisboa)

A Renamo, um assunto para cientistas sociais Michel Cahen (Casa de Velázquez)

A memória política em Moçambique Albert Farré (Centro de Estudos Sociais da Universidade de Coimbra)

Debate

Pausa (16 :30 – 16:45)

6 Identidades culturais moçambicanas

Sessão 11 (16:45-17.30)

Fluxos migratórios e trocas culturais na constituição do cinema em Moçambique

Alex Santana França (Universidade Federal da Bahia, Universidade Nova de Lisboa e CAPES)

A construção da Marrabenta como símbolo da identidade nacional moçambicana

Marilio Wane (ARPAC - Instituto de Investigação Sócio-Cultural, Ministério da Cultura e Turismo de Moçambique)

17:30 - Exibição do documentário:

“José Capela – uma passagem por Moçambique” Realizado por Isabel Galhano (CLUP - CEAUP )

 

Melhores cumprimentos,

APM - Associação Portugal Moçambique

 

postheadericon Novo corredor de Nacala anima economia do norte

Sexta-feira, o Presidente da República, Filipe Nyusi, inaugura o Corredor Logístico de Nacala (CLN), um dos maiores investimentos em infra-estruturas da história do país e que compreende uma linha férrea de 912 quilómetros e um porto de águas profundas, no distrito de Nacala-a-Velha, em Nampula. Trata-se de um investimento de 4.5 biliões de dólares injectados de 2011 a 2016, como forma de viabilizar o escoamento do carvão da Vale Moçambique, a partir do distrito de Moatize, província de Tete. A infra-estrutura já está a ser utilizada e transportou seis milhões de toneladas de carvão em 2016, esperando-se que, no presente ano, transporte cerca de 10 milhões de toneladas. Somente a partir de 2018 é que o CLN prevê que a linha transporte 18 milhões de toneladas de carvão por ano, o limite da sua capacidade. “O investimento já foi finalizado e não foi feito apenas pelo CNL, mas também por outras empresas que trabalham no Corredor Logístico de Nacala, como é o caso do Corredor de Desenvolvimento de Norte (CDN) e a própria CA no Malawi, naqueles trocos que correspondem à sua concessão”, disse ao “O País Económico” José Carlos Sousa, director executivo do CLN. O empreendimento ganha mais sentido numa altura em que o preço do carvão no mercado internacional tende a recuperar, depois de anos consecutivos de queda. Devido à situação, a Vale teve que restruturar o seu projecto de exploração de carvão em Moçambique, despedindo milhares de trabalhadores. Com o abrandamento dos investimentos na Zona Económica de Nacala (ZEN), os distritos de Nacala-porto e Nacala-a-Velha as populações sentem a crise na pele, agravada pelo encerramento de empresas na ZEN. Com esta infra-estrutura, a esperança ressurge no seio dos locais como uma luz no fundo do túnel. O porto de Nacala-a-Velha tem capacidade para armazenar até um milhão de toneladas de carvão metalúrgico e térmico. Por se tratar de um porto de águas profundas, a infra-estrutura não precisa de dragagem, tal como o vizinho porto de Nacala. O mesmo não acontece com os portos da Beira e de Maputo, que precisam frequentemente de ser dragados para receber navios de grande tonelagem. Com pouco tempo de operação, o porto de Nacala-a-Velha já recebeu um navio de 187 mil toneladas, cujo carregamento de carvão levou cerca de três dias. Dos 912 quilómetros percorridos pela linha que integra o CLN, 60 quilómetros são de Tete para Malawi, onde percorre 200 quilómetros, sendo que, de Malawi a Nacala-a-Velha, a linha perfaz 652 quilómetros. Cada comboio que transporta carvão é composto por quatro locomotivas, 120 vagões e transporta 7 560 toneladas de carvão, que é armazenado antes de rumar a países da Europa e Ásia, onde a China é destaque.  Com pouco mais de 500 quilómetros, fica para trás a linha de Sena como a maior linha férrea do país, com a entrada em operação do empreendimento que liga Moatize a Nacala. O Corredor emprega, no momento, 1 200 trabalhadores directos, mas o número chega a quatro mil trabalhadores, quando se considera os empregos das empresas subcontratadas e à volta do corredor logístico que hoje é inaugurado.  A principal função do corredor logístico de Nacala é escoar o carvão produzido pela Vale, na província de Tete. A capacidade de produção de carvão da mina Moatize é de 11 milhões de toneladas por ano. Para melhor responder à demanda de processamento de carvão, a Vale investiu na construção da maior central de enriquecimento de carvão do país. Além da indústria siderúrgica, utiliza-se o produto para a geração de energia. O carvão metalúrgico e o térmico extraídos nas minas de Moatize têm como destino os mercados do Brasil, China e Japão, sendo que, até agora, foram exportados, através de Nacala, cerca de 6,5 milhões de toneladas. A meta é atingir 18 milhões de toneladas por ano, capacidade instalada do porto e da linha de caminho-de-ferro. Para além do Presidente da República, Filipe Nyusi, na cerimónia de inauguração do Corredor Logístico de Nacala, deverão participar membros dos governos de Moçambique, Malawi, Brasil e Japão. Contar-se-á, também, com a presença de gestores do topo das multinacionais Vale e Mitsui, principais accionistas do Corredor. Os Caminhos de Ferro de Moçambique (CFM) são, também, accionistas de peso no Corredor Logístico de Nacala, em representação do Estado moçambicano na parceria público-privada. 

 

Fonte: O Pais

 
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  • Encontro Sectorial Moda AESE - 28 de Novembro
    Participação de
    duas estilistas
    Moçambicanas
    (Sheila e Adélia Tique)

  • "Escritaria 2011- Mia Couto com a participção da APM"!

  • Workshop Culinário da Tia Orlanda no Espaço Moçambique!