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postheadericon Notícias

postheadericon Agricultura poderá crescer 5.9% este ano

O ministro da Agricultura e Segurança Alimentar, José Pacheco anunciou, durante o 3º Conselho Coordenador do seu ministério, uma previsão de crescimento da produção em 5.9% depois de 2.6% no ano passado, quando o país foi assolado pela seca e pelas cheias. Esta duplicação da percentagem é justificada por factores como melhoria das condições climáticas e a valorização cambial do metical em relação às principais moedas de importação. Apesar dos resultados promissores, Pacheco reconhece que ainda há muito por ser feito para fomentar a produção, visto que o país ainda importa grande parte dos alimentos consumidos. O 3º Conselho Coordenador do Ministério do Ministério da Agricultura e Segurança Alimentar termina no próximo sábado e vai delinear as linhas de actuação para melhorar a produção e produtividade agrícola.  

Fonte: O Pais

 

postheadericon Alfândegas arrecadam mais de 18 milhões de meticais em cobrança de multas

Os serviços provinciais das Alfândegas arrecadaram mais de 18 milhões de meticais em Cabo Delgado, resultantes de cobrança de multas aplicadas a proprietários de viaturas, em situação ilegal. O valor corresponde ao pagamento efectuado até o momento pelos infractores, de um total de mais de trinta e dois milhões e quatrocentos e Cinquenta e dois mil meticais, que as Alfândegas daquela província esperam arrecadar para os cofres do Estado, em consequência da apreensão de setecentos e cinco viaturas fiscalizadas e encontradas em situação ilegal, com destaque para a ostentação de matrículas falsas. O director de Serviços Provinciais de Alfandegas de Cabo Delgado, Anselmo Fumo, lamentou o facto de haver cidadãos que optam por comprar viaturas com matrículas falsas e ou em situação ilegal. “Apelamos aos cidadãos nessa área de viaturas para que não comprem viaturas como se estivessem a ir ao mercado comprar um saco de cebola. Comparem com os preços que rondam no mercado, nos agentes, porque poderão até comprar viaturas que tenham sido roubadas, correm o risco de ficar sem o valor e sem a viatura e incorrerem em outros crimes, além de crimes fiscais, podem correr em outros crimes de âmbito civil”, explicou Anselmo Fumo.

Fonte: O Pais

 

postheadericon Herdeiros de Craveirinha e Malangatana reclamam da falta de direitos sobre as obras

Tudo começou ao som de uma música acústica que maravilhou os ouvidos da platéia. Audiência agraciada com um som provido das cordas da guitarra de forma descontraída para um diálogo sobre o espólio das obras de José Craveirinha e Malangatana. Craveirinha fez poesia lírica e incisiva na altura do colonialismo. Buscava inspiração nas madrugadas, pois considerava o silêncio do dia um momento para colocar os versos no papel. Malangatana tentou escrever os poemas, mas preferiu buscar a exaltação da poesia de Craveirinha para representar nas telas através do pincel. O evento decorreu no Centro Cultural Moçambicano-Alemão, na Cidade de Maputo, com a presença de artistas como Lucrécia Paco que não resistiu ao debate e encontrou uma forma de colocar a opinião declamando alguns versos do livro, “As negras das Lagoas” de Malangatana...fazem a exposição dos seus quadros nus, e triste hei hei hei, oh oh oh com o próprio corpo as negras pintam o fundo da parede de caniço… O debate fluiu com o grito de socorro de um dos herdeiros de José Craveirinha, em relação às obras do pai. Segundo Zeca Craveirinha, existem vários escritos que estão a ser publicados sem respeitar os direitos do autor. Individualmente, o herdeiro disse estar a envidar esforços para recuperar o material produzido pelo pai, mas sem sucesso. “Há pessoas que não querem devolver o espólio do meu pai… não vou revelar nomes”, disse Zeca, num tom melancólico. Mutxine Malangatana, com um olhar sorridente, mas preocupado, contou que existem obras do seu pai em colecções privadas e públicas que estão a ser usadas para fazer exposições em Portugal e Moçambique. “Estou à espera, há mais de um ano, da resposta sobre o paradeiro das obras de Malangatana, que foram identificadas e detidas pelas autoridades legais em Lisboa, que eram expostas sem o conhecimento da família”, desabafou Mutxine. O herdeiro tem limitações para seguir o assunto do espólio das obras além-fronteiras, porque mesmo depois de uma investigação que identificou as pessoas que estão com as telas, é difícil recuperá-las. Num outro momento, Zeca Craveirinha acrescentou que há cartas escritas pelo seu pai, durante a prisão em 1969, em Moçambique, num período solitário de três meses e meio na cela um. “Em Moçambique e Portugal existem fotografias e poemas enviados para os destinatários na altura da prisão do meu pai, mas nunca foram entregues”. Malangatana e José Craveirinha alcançaram a imortalidade na divulgação das obras, que continuam a ser apreciadas actualmente. Por insistência do destino, os herdeiros comungam dos mesmos problemas para recuperar e conservar as obras dos seus pais. Malangatana produziu várias telas e algumas não são conhecidas pelo público. “Estou com dificuldades sérias para a conservação das obras produzidas por Malangatana e da última vez que fiz o inventário, em 2007, já tinha algumas que corriam risco de degradação”, explicou Mutxine. Avança ainda que teve a parceria da Fundação Mário Soares, mas até hoje não conhece o total do inventário das obras.

Fonte: O Pais

 
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