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postheadericon Notícias

postheadericon INAE arrecadou 19.2milhões de meticais em multas em 2016

A venda de produtos fora do prazo, adulteração do peso e a falta de afixação de preços são algumas das irregularidades que levaram a Inspecção Nacional das Actividades Económicas (INAE) a multar 637 estabelecimentos comerciais dos mais de 20 mil fiscalizados em 2016. A partir deste ano, a INAE vai implementar novos regulamentos, para os casos da venda de alimentos fortificados e avaliação da cadeia de produção do cimento nacional. Na primeira quinzena deste ano, a INAE fiscalizou cerca de 80 estabelecimentos comerciais em todo o país, na sua maioria padarias, onde constatou que ainda persistem problemas de higiene. Importa lembrar que em Dezembro do ano passado, a Inspecção Nacional de Actividades Económicas ordenou o encerramento de uma padaria e multou outras na cidade de Maputo, depois de se detectar uma série de irregularidades nas panificadoras, entre as quais a falta de higiene.

Fonte: O Pais

 

postheadericon Murrimo Macadâmias investe 24 milhões de dólares para produção da macadâmia

Murrimo Macadâmias, uma empresa do ramo agrícola que opera no distrito de Gúruè, na província central da Zambézia, explora, desde 2012 numa área de três mil hectares para a produção de macadâmia. Neste momento, já estão a ser explorados 900 hectares com um investimento de mais de 24 milhões de dólares para a produção da fruta de macadâmia. Macadâmia é uma oleaginosa utilizada na indústria alimentar, para produção de chocolate, e indústria cosmética, para fabrico de produtos de beleza. Murrimo Macadâmias, empresa que opera maioritariamente com fundos sul-africanos, espera, pela primeira vez, a partir do próximo mês de Março, colher a fruta. O director dos Recursos Humanos da empresa, Palelane Júnior, explicou que, para além da cultura da macadâmia, a firma dedica-se na produção de variedades de milho e feijão, que são comercializados localmente, para garantir a segurança alimentar e abastecimento de pequenas fábricas de produção de ração. Entretanto aquele gestor fez saber que o forte da empresa é a macadâmia que, neste momento, ocupa uma área de 240 hectares já plantados. “Nós temos mercados garantidos para colocar a macadâmia na Europa e Ásia e por isso que estamos empenhados na qualidade do produto para que nada falhe”, disse Palelane Júnior. A empresa está a concluir a instalação de uma indústria de processamento da fruta que se espera que antes de Março entre em funcionamento, para viabilizar os trabalhos. A macadâmia está a ser produzida, pela primeira vez, na Zambézia, sendo que as condições agro-ecológicas de Gúruè contribuem para o sucesso no cultivo da cultura. O director provincial da Indústria e Comércio da Zambézia, Momad Juízo, explicou que a instalação daquela firma vai fortalecer a cadeia de comercialização da província, uma vez que a exportação da macadâmia para outros continentes vai permitir que outros produtos da província sejam expostos no mercado internacional. “Se temos a macadâmia a ser colocada nas indústrias europeia e asiáticas, o nosso desafio como Governo passa a ser colocar igualmente para outras indústrias no mundo produtos agrícola tal como o milho, feijão, gergelim. Mas, para efeito, precisamos de mais investidores que venham produzir em quantidade e qualidade”, disse. Recorde-se que a castanha de caju produzida na província da Zambézia é, há muito, exportada para os diferentes mercados. Na presente campanha foram comercializadas mais de 15 mil toneladas.

Fonte: O Pais

 

postheadericon Valdemiro José prepara quarto álbum

Valdemiro José - músico moçambicano com inúmeros sucessos - vai lançar o seu quarto álbum discográfico, em Maio deste ano. Este álbum, que está a ser preparado desde 2016, irá marcar os 12 anos de carreira de VJ, tal como é carinhosamente tratado pelos seus fãs, admiradores e outros artistas que com ele partilham mesmo espaço. Este novo produto musical que, entretanto, ainda não tem nome vai servir de presente ao público. O álbum traz ritmos novos, mas que não fogem do estilo habitual que Valdemiro aposta. “O álbum vai trazer um ritmo diferente do que as pessoas estão habituadas. Vou fugir das kizombas, o que habitualmente está a bater. Em algum momento, eu tentei seguir essa linhagem, mas o meu ouvido não me permitiu. Tive que voltar a gravar o disco (já) de forma acústica”, aliás, o que sempre fez. Ainda na sua locução, diz que vai “introduzir alguns sons novos, como o caso da fusão entre o pagode e o zouk, entre o samba e o nhambarro que é um estilo nacional” explicou Valdemiro José. VJ não desvaloriza a kizomba, pelo contrário, elogia o que os actuais artistas vem fazendo, mas assume que o ritmo não é seu de paixão. Para o artista, a aposta é agregar mais instrumentos musicais neste novo “bebé”, designadamente, trompete, violino, saxofone e outros. O autor do sucesso “Tá-se mal”, que foi a canção vencedora do prémio Música Mais Popular na maior parada de música moçambicana, diz que este álbum será duplo, um disco será composto por músicas antigas, algumas já lançadas, mas que serão regravadas e com um estilo diferente ou em duetos com diferentes artistas nacionais e estrangeiros e outro com músicas inéditas. “Quero presentear o público com dois álbuns, no primeiro as pessoas poderão escutar os meus sucessos, músicas que poderão ter marcado um momento especial em suas vidas, pretendo fazer duetos com artistas e noutro, no segundo, neste caso, poderão encontrar músicas inéditas, um Valdemiro mais maduro”, afirmou VJ. Para o lançamento do álbum, Valdemiro José pensa em fazer um grande “show” ao vivo, mas este está condicionado à parcerias e disponibilidade dos artistas que pretende convidar para o evento. “Fazer espectáculos em Moçambique não é fácil, encontrar uma casa de espectáculos em condições e com disponibilidade também não é tarefa fácil, e tenho que formalizar parceiras e angariar apoios, para que possa ter um espectáculo de qualidade para oferecer ao público”. Para além do álbum, em 2017, Valdemiro pretende criar uma empresa de agenciamento de artistas, que terá uma gravadora, promoção de eventos, uma editora, entre outras. “Todo aquele que faz arte, terá espaço na minha futura empresa. Quero trabalhar com escritores, artistas plásticos, dançarinos, músicos e todos terão espaço. Há muito talento em Moçambique que deve ser mostrado e encaminhado”, explicou o músico. E para terminar, o músico afirmou que outro objectivo, que tem traçado para o presente ano, é a divulgação da sua organização sem fins lucrativos, que presta acções de responsabilidade social à crianças desfavorecidas e à orfanatos. Valdemiro José iniciou a sua carreira num programa de televisão da STV denominado Fama Show, que igualmente projectou a carreira de muitos músicos como são os casos de Lorena Nhate, Nelson Nhachungue, Abuchamo Munhoto e Nuno Abdul. Em 2005, ano em que VJ participou, não saiu vencedor, mas considera a sua participação no reality show como uma escola, onde ele pôde aprender muito.

Fonte: O Pais

 
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