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postheadericon Notícias

postheadericon Comércio externo reduziu em 2016

As importações de Moçambique em 2016 atingiram 5.206 milhões de dólares, o valor mais baixo dos últimos cinco anos. No mesmo ano, o país exportou 3. 328 milhões de dólares. Moçambique fez compras em 200 países, incluindo na isolada Coreia do Norte, onde importou vários produtos, incluindo peixe congelado. Publicado pelo Instituto Nacional de Estatística, o documento sobre as estatísticas do comércio externo de Moçambique mostra que em 2016, o país transaccionou bens com o exterior no valor de 8. 534 milhões de dólares,  contra os 11. 747 milhões de dólares registados em 2015. O volume do comércio internacional de bens em 2016 representa mais ou menos o mesmo valor que Moçambique gastou nas importações em 2015.A diminuição do volume do comércio externo reflecte o comportamento das importações, que em 2016 registaram um decréscimo de 37.53%, ao registar 5.206 milhões de dólares, contra 8. 334 milhões de dólares de 2015. Por sua vez, a queda das importações em 2016 pode estar relacionada com a suspensão do apoio directo ao Orçamento, uma decisão que reduziu o fluxo de divisas no país e afectou e ainda afecta a capacidade do Estado de comprar bens no exterior. As exportações registaram uma ligeira descida de 2.49%, situando-se em 3.328 milhões de dólares, contra 3. 413 milhões de dólares registados em 2015.  Feitas as contas, resulta que Moçambique continua a comprar mais do que vende para o exterior. Em 2016, o défice da balança comercial foi de 1. 877 milhões de dólares, contra 4.920 milhões de dólares do ano anterior. Apesar do saldo negativo, 2016 foi o ano em que Moçambique registou a maior evolução da balança comercial, com um aumento de 3. 042 milhões de dólares.

Fonte: O Pais

 

postheadericon Equipa do FMI chega ao país este mês

O ministro da Economia e Finanças, Adriano Maleaine anunciou, que uma equipa do Fundo Monetário Internacional (FMI) vem este mês à Moçambique para supervisionar as acções que estão em curso, no âmbito das exigências feitas pela organização aos Estados membros. Numa altura em que o FMI reiterou que não retoma ao programa de ajuda ao orçamento de Estado antes que a dívidas ocultas sejam esclarecidas, o ministro da Economia e Finanças mantém-se optimista. A última vez que uma missão do FMI veio ao país para uma acção desta natureza foi em 2015. Maleiane falava, hoje em Maputo, em uma conferência de investimentos organizada pela Financial Times. Moçambique é membro do FMI  há mais de 30 anos.

Fonte: O Pais

 

postheadericon Xiquitsi acerta pormenores para os últimos concertos

De modo a encerrar a temporada de música clássica em grande, celebrando os 130 anos da cidade de Maputo, o projecto Xiquitsi agendou uma série de ensaios com todos músicos que vão integrar os dois últimos espectáculos do ano. Assim, depois de vários ensaios realizados no Cine-Teatro Gil Vicente, a preparação passa a acontecer no Centro Cultural da Universidade Eduardo Mondlane (CCUEM), local do evento. E o ensaio geral para o concerto de sábado. O concerto de encerramento da edição 2017 do Xiquitsi, além de Cláudio Ferreira na direcção orquestral, contará com os músicos: Maya Egashira (violino), Timóteo Bene Júnior (tenor), a aluna do Xiquitsi Márcia Massicane (soprano), Xixel Langa (voz), Carlos Pereria (direcção coral) e Kika Materula (direcção artística). E, como se impõe, não faltará também a grande missa de Estevão Chissano e “cidade menina”, de Mia Couto e Hortêncio Langa. O primeiro concerto do Xiquitsi desta série, vai realizar-se às 19:30h de sexta-feira, no CCUEM, e estará voltado à celebração do dia da Cidade de Maputo (130 anos). No mesmo, Stewart Sukuma será acompanhado pela banda Nkhuvu e, claro, pela orquestra Xiquitsi. Nesta última série da temporada “vamos fazer uma mistura da música moçambicana com uma orquestra de música clássica”, lembrou Kika Materula. 

Fonte: O Pais

 
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